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ALIADOS DO PRESIDENTE

Fim da gestão Bolsonaro faz equipe do gabinete do ódio buscar emprego

Alguns integrantes devem seguir com Bolsonaro em cargos comissionados que ex-presidentes têm direito

Da Redação
Por Da Redação
Jair Bolsonaro (PL) deixa o cargo de presidente da República em menos de um mês
Jair Bolsonaro (PL) deixa o cargo de presidente da República em menos de um mês - Foto: EVARISTO SA

Ferramenta usada por Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados para disseminar mentiras sobre seus adversários, o “gabinete do ódio” pode ter alguns de seus integrantes sem a mesma função a partir do ano que vem, quando a Presidência da República passará a ser assumida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre eles estão José Matheus Salles Gomes, conhecido como "Zuero", e Mateus Diniz, o "Matheuszinho", que com o fim da gestão Bolsonaro, precisarão procurar outro emprego.

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Segundo a colunista Juliana Dal Piva, do portal Uol, Tércio Arnaud Tomaz, que trabalha com redes sociais, deverá seguir com Bolsonaro em um dos cargos comissionados que ex-presidentes têm direito. Outro que deve seguir com o futuro ex-presidente será Max Guilherme, policial do Bope que assessora Bolsonaro e que não conseguiu se eleger deputado federal.

A posse de Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de presidente da República acontecerá no dia 1º de janeiro, em Brasília.

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Bolsonaro gabinete do ódio presidente da república

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