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Solla comenta sobre milícia nos hospitais e perseguição de Nísia

Deputado esteve no programa Isso é Bahia da Rádio A TARDE FM, na manhã desta sexta

Da Redação
Por Da Redação
Parlamentar citou medidas que ele acredita serem eficazes para garantir combate ao crime organizado
Parlamentar citou medidas que ele acredita serem eficazes para garantir combate ao crime organizado -

O deputado federal Jorge Solla (PT) comentou na manhã desta sexta-feira, 19, sobre a evolução do crime organizado e das milícias no Brasil, principalmente nos hospitais do Rio de Janeiro.

“Isso já vem de muito tempo, mas piorou muito.[...] Esse ataque não foi só nos hospitais federais, nem só na saúde, eles passaram a ter esse modus de operandi de ocupar espaço na gestão pública nas três esferas de governo, dentro dos órgãos municipais, estaduais e federais para lavar dinheiro, fazer os seus negócios e utilizar os recursos públicos para fins escusos”, disse, em entrevista ao programa Isso é Bahia, da rádio A TARDE FM.

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Solla também citou a aproximação da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com a milícia. “Eles nunca fizeram questão de esconder.”

“Não sou eu que afirmo, a família Bolsonaro homenageou com comendas na Assembleia Legislativa, na Câmara de Vereadores pessoas que sabidamente são responsáveis por comandar milícias no Rio. [Eles] foram homenageados, foram visitados na prisão para entregar essas comendas”, detalhou.

Para o parlamentar, a medidas eficazes para garantir a qualidade dos serviços, primeiramente é algo que a Ministra da Saúde, Nísia Trindade, já tomou.

"É centralizar as decisões sobre compras e contratação de serviços. Isso foi o que gerou uma grande reação contra ela [a ministra]. Na sequência, nós já participamos de algumas conversas que o ministério já está preparando, a possibilidade de que algumas dessas unidades passarão para a gestão da Ebserh [Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares], que cuida dos hospitais das universidades federais”, declarou.

Ao comentar sobre a ministra, Jorge também falou sobre a perseguição que ela vem sofrendo e disse que o cargo de Nísia sempre foi alvo de setores “que querem se apropriar das coisa pública”. No entanto, ele acredita que a líder do departamento superior continuará o seu trabalho e citou a entrevista coletiva dela ao lado presidente Lula (PT). “Isso demonstra que ele quer que ela continue.”

Vacinação

Durante conversa no programa, o deputado também fez um apelo aos pais e responsáveis dos menores para levá-los para tomar as vacinas de dengue, covid, pólio, sarampo e outras doenças.

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