POLÍTICA
Candidato ao Planalto defende 'minuta golpista' de Bolsonaro
Político afirma que teria feito documento, se preciso

Ex-ministro dos governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), o pré-candidato do partido Democracia Cristã à presidência da República, Aldo Rebelo, defendeu a 'minuta do golpe', documento elaborado para decretar Estado de Sítio após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.
Aldo afirmou, em entrevista à Folha de S. Paulo, que teria feito o mesmo, caso lhe fosse pedido por Dilma, de quem foi ministro da Defesa. O político, que deixou as convicções comunistas para trás e deu uma guinada à direita, lança nesta sábado, 31, a sua pré-candidato ao Palácio do Planalto.
"A minuta estava baseada na Constituição. Eu era ministro da Defesa. Se a presidente Dilma tivesse me pedido uma minuta daquela, eu teria feito", disparou Aldo Rebelo.
A minuta do golpe é o documento encontrado pela Polícia Federal, com passos para avançar a trama golpista elaborada após a derrota do então presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.

Bolsonaro está preso na Papudinha, onde cumpre 27 anos e três meses de pena por liderar a tentativa de golpe de Estado.
Candidatos ao Planalto
Além de Aldo Rebelo, outros políticos já colocaram seus nomes na pré-disputa eleitoral. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve sacramentar sua candidatura à reeleição na próxima semana, durante agenda em Salvador.
Lista de pré-candidatos ao Planalto:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
- Flávio Bolsonaro (PL)
- Aldo Rebelo (DC)
- Renan Santos (Missão)
- Ronaldo Caiado (PSD)
- Eduardo Leite (PSD)
- Ratinho Júnior (PSD)
- Romeu Zema (Novo)
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