Após auditoria, TCU não identifica riscos à realização das eleições

TCU analisou possibilidade de 'incidentes graves', como ataques cibernéticos, e acompanhou testes

Publicado quarta-feira, 13 de julho de 2022 às 19:23 h | Atualizado em 13/07/2022, 19:23 | Autor: Da Redação
O relatório com a conclusão do TCU foi apresentado na sessão desta quarta-feira, 13, e foi assinado pelo ministro Bruno Dantas
O relatório com a conclusão do TCU foi apresentado na sessão desta quarta-feira, 13, e foi assinado pelo ministro Bruno Dantas -

O Tribunal de Contas da União (TCU) reafirmou nesta quarta-feira, 13, a segurança do processo eleitoral brasileiro. Segundo a corte, não foram identificados até o momento riscos relevantes à realização das eleições em 2022.

Segundo relatório de auditoria, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possui planos para prevenir, detectar, obstruir e neutralizar ações adversas que ameaçam a salvaguarda das áreas e instalações dos equipamentos.

Os técnicos do TCU identificaram quinze diferentes tipos de planos de contingência formulados pelo TSE e que possuem alcance nacional, envolvendo todas as fases do processo eleitoral.

A constatação do tribunal é resultado de uma terceira auditoria com o intuito de avaliar segurança, confiabilidade, transparência e audibilidade do sistema de votação eletrônica. As duas primeiras etapas também descartaram riscos, apesar de terem gerado recomendações pontuais ao Tribunal Superior Eleitoral.

O relatório com a conclusão do TCU foi apresentado na sessão desta quarta-feira, 13. Assinado pelo ministro Bruno Dantas, o documento cita como exemplos de possíveis incidentes problemas no processo eleitoral nas urnas (software e hardware), ataques hacker e os chamados ataques que visam indisponibilizar serviços.

Na avaliação dos técnicos encarregados do relatório, o planejamento de Auditoria Interna do TSE está “muito alinhado às boas práticas” internacionais e encontra bom referencial considerando a realidade da administração pública.

Publicações relacionadas