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Em abertura de festival, ministra afirma que Bahia é “joia da cultura”

Margareth Menezes esteve na Bahia para participar da 1º Feira Nacional de Artesanato

Publicado sexta-feira, 17 de maio de 2024 às 21:24 h | Atualizado em 17/05/2024, 22:07 | Autor: Gabriela Araújo
Margareth Menezes chegou ao evento às 17h
Margareth Menezes chegou ao evento às 17h -

“A tendência da Bahia é ser o que ela sempre foi, a joia da coroa da cultura do Brasil”, as falas são da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que participou nesta sexta-feira, 17, da abertura da 1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia (Fenaba). O evento que reúne exposições de arte de diversos estados está sendo realizado na Arena Fonte Nova, em Salvador, e segue até domingo, 19.

Convicta, a titular da Cultura afirmou que mantém a confiança na potencialidade econômica que o artesanato é capaz de movimentar para além do estado.

“Eu vim aqui fazer esse apoio e prestigiar isso. [...] Eu acho importante porque o artesanato tem também esse componente cultural. A gente acredita nessa força de geração de emprego e renda que tem no artesanato, não só na Bahia, mas como também nacionalmente”, destacou a gestora.

Durante conversa, Margareth relembrou que um evento semelhante a feira que está sendo executada na capital baiana em Brasília, recentemente.

“Semana passada, teve um evento desses no Itamaraty feito pelo ministro Márcio [França] vendendo todo esse artesanato internacionalmente. Então, é o momento da gente aproveitar essa abertura tanto do mercado nacional também”, ressaltou.

Mais cedo, o ministro Márcio França, que comanda a pasta de Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte do Brasil, revelou o desejo de querer expandir as vendas do artesanato para outros países.

“O Brasil ainda vende muito pouco da sua produção para fora. O Brasil só vende 1% para outros países. Na Itália, por exemplo, esse número é 70%. Mas, a gente ainda não conseguiu chegar nessas pessoas. A qualidade que a gente tem e a diversidade é muito rica, então, o objetivo do governo é que essas pessoas ganhem mercado”, contou ao Portal A TARDE.

Ações no Rio Grande do Sul

Algumas das peças expostas no Festival advém do Rio Grande do Sul, que sofre as consequências das fortes chuvas que atingiram o estado gaúcho no início do mês. A renda arrecadada com as vendas dos objetos será destinada para as vítimas das enchentes.

No setor cultural, por exemplo, a ministra Margareth Menezes afirmou que a pasta vem se mobilizando para mitigar os danos dos artistas locais.

“Já existem artistas se apresentando em locais que estão acolhendo as pessoas [desabrigadas ou desalojadas]. Nós já estamos pagando cachê diretamente e estamos fazendo um grande levantamento de tudo que está submergido lá. Vamos esperar as águas baixarem e fazer esse levantamento para saber que força-tarefa será essa e o tamanho desse prejuízo. Além de uma ação com Lei Rouanet”, disse ao Portal A TARDE.

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