POLÍTICA
Renda do trabalho cresce e Bahia já concentra 25% da massa salarial do Nordeste
Lídice da Mata destacou que o Estado sob governo Jerônimo passa a ocupar posição de destaque nacional

Os novos dados da PNAD Contínua divulgados pelo IBGE apontam que a Bahia alcançou, em 2025, o menor nível de desigualdade social de sua história. O Índice de Gini caiu para 0,466, após quatro anos consecutivos de redução, consolidando o estado como o menos desigual do Nordeste e entre os menores do país.
Essa é uma marca importante do governo Jerônimo Rodrigues, que tem trabalhado muito pela construção da Nova Bahia, cada vez menos desigual
A queda da desigualdade ocorreu em ritmo superior ao observado no Brasil e na própria região Nordeste. Entre 2021 e 2025, a redução baiana foi 2,4 vezes maior que a média nacional. O desempenho veio acompanhado de forte crescimento da massa salarial, que atingiu R$ 14,6 bilhões mensais, e do aumento do rendimento domiciliar per capita para R$ 1.452.
Para Lídice da Mata, os indicadores mostram que a Bahia atravessa um ciclo de inclusão social sustentado pelo fortalecimento da renda do trabalho e pela ampliação de oportunidades econômicas.
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Segundo ela, o estado passa a ocupar posição de destaque nacional ao combinar crescimento econômico e redução das desigualdades.
Lídice ressaltou ainda que a renda do trabalho passou a representar parcela maior na composição da renda das famílias baianas, enquanto a participação de programas sociais recuou. Para a parlamentar, o dado evidencia maior inserção produtiva da população e dinamismo crescente da economia estadual.
Os números divulgados pelo IBGE também mostram que a Bahia concentra atualmente 25,8% da massa salarial de todo o Nordeste, mantendo a liderança regional. O estado aparece ainda entre as cinco unidades da federação com menor desigualdade social do Brasil em 2025.
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