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Anvisa proíbe maquiagem capilar e creme para cabelo; saiba quais

Produtos para cabelo e saneantes tiveram venda e uso proibidos pela agência

Isabela Cardoso
Por
Produtos proibidos pela Anvisa
Produtos proibidos pela Anvisa - Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta terça-feira, 23, a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de dois produtos cosméticos irregulares e determinou a apreensão de três saneantes de origem não identificada.

Entre os itens proibidos estão a Sombra Disfarça Falhas/Maquiagem Capilar para Retocar Raiz, da marca Suake, e o Bottox Amazon Therapy Natuvegan, da empresa Progressiva Orgânica Cosméticos Ltda.

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Por que os produtos foram proibidos?

Segundo a Anvisa, a maquiagem capilar da marca Suake não possui registro que autorize sua comercialização no Brasil. Além disso, o produto é fabricado por uma empresa sem autorização de funcionamento.

Já o creme Bottox Amazon Therapy Natuvegan não possui registro nem notificação junto à Anvisa, procedimentos obrigatórios para a regularização de cosméticos.

A agência informou ainda que a empresa Progressiva Orgânica Cosméticos Ltda. utilizava indevidamente os dados cadastrais da empresa Maria das Graças Oliveira da Silva ME para comercializar o produto.

Saneantes também foram apreendidos

Além dos cosméticos, a Anvisa determinou a apreensão dos saneantes:

  • SupperÁlcool 92,8° INPM;
  • SupperÁlcool 70° INPM;
  • SupperÁlcool 46° INPM.

De acordo com a agência, os produtos têm origem não identificada e estão proibidos para fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso.

A Anvisa informou ainda que a empresa detentora do registro da marca declarou desconhecer a fabricação desses saneantes, o que reforçou a decisão pela apreensão dos itens.

O que fazer se você possui um dos produtos?

Consumidores que tenham adquirido algum dos produtos proibidos devem interromper imediatamente o uso. A orientação da Anvisa é que itens irregulares não sejam comercializados nem distribuídos, já que não há garantia de segurança, qualidade ou eficácia.

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Tags

anvisa consumidor Saúde

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