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Isenção do IR e Farmácia Popular são os maiores acertos de Lula, diz AtlasIntel
Alívio financeiro e redução do custo de vida completam aprovação do governo petista em maio


As políticas públicas voltadas para o alívio financeiro direto e a redução do custo de vida ditaram o ritmo de aprovação do governo federal no mês de maio, conforme mostra a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 28.
De acordo com o levantamento, medidas que mexem de forma imediata com o orçamento das famílias brasileiras, como a ampliação de programas sociais e benefícios tributários, concentram os maiores índices de apoio popular.
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No topo da lista de acertos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está a gratuidade para medicamentos e itens essenciais do programa Farmácia Popular, vista de forma positiva por 83% dos entrevistados.

Alívio tributário e o fim de taxas
O levantamento aponta ainda que o brasileiro apoia majoritariamente iniciativas percebidas como redutoras de gastos cotidianos. O topo do ranking de aprovação é composto por três frentes de forte apelo econômico:
- Farmácia Popular (83%): a expansão do acesso gratuito a remédios lidera o prestígio governamental.
- Isenção do Imposto de Renda (81%): a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil aparece colada na liderança, consolidando-se como uma das promessas econômicas mais cobradas pela classe média.
- Fim da "Taxa das Blusinhas" (66%): a revogação do imposto sobre compras internacionais de valor mais baixo fecha o pódio de aprovação, indicando uma forte reação popular contra barreiras ao consumo.
Em contrapartida, o fantasma do controle fiscal e tributário acende o sinal de alerta no núcleo político de Lula. A pior percepção do mostrada na pesquisa em maio está concentrada em propostas de regulação financeira.
A tentativa de implementar uma fiscalização mais rígida sobre transações realizadas via Pix acima de R$ 5 mil é classificada como um erro por 53% dos brasileiros.
O Pix, que se consolidou como a principal e mais democrática ferramenta de pagamentos e transferências do país, é blindado pela opinião pública contra intervenções estatais ou o que a população enxerga como "vigilância fiscalizatória", tornando-se o tema mais sensível para a comunicação do governo nas redes sociais.
Ao todo, o levantamento ouviu 5.032 pessoas pela internet, tem margem de erro ±1 p.p. e e foi coletado entre os dias 13/05/2026-18/05/2026. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06939/2026.


