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PORTO DA BARRA

Após polêmica na Barra, Semop pede equilíbrio entre praias livres e ambulantes

Diretor da Semop afirmou que protesto só serviu para reafirmar o quanto soteropolitanos e os turistas querem a praia livre

Redação
Por Redação
| Atualizada em
Ambulantes não montaram as cadeiras e sombreiros em toda extensão da praia
Ambulantes não montaram as cadeiras e sombreiros em toda extensão da praia - Foto: Clara Pessoa / Ag. A Tarde

O Diretor-geral da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Alysson Carvalho, afirmou que o protesto feito com por permissionários e barraqueiros ao desocuparem a faixa de areia da praia do Porto da Barra nesta terça-feira, 28 e que permanece nesta quarta-feira, 29, só serviu para reafirmar o quanto soteropolitanos e os turistas querem a praia livre e o que a fiscalização pretende é encontrar um equilíbrio para isso.

“Os soteropolitanos e turistas querem a possibilidade de acessar a praia livremente, de trazer sua canga e sua cadeira, sua toalha para desfrutar livremente desse paraíso que Salvador tem à disposição”, afirmou.

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“A vigilância e a fiscalização vão ser constantes para que a gente possa encontrar um equilíbrio entre os permissionários possam estabelecer o seu comércio mas sobretudo da população estar ali”, completou o diretor.

Em entrevista à TV Bahia, em relação ao número de kits permitidos por trabalhador, ele destacou que a quantidade já era estabelecida e que agora a fiscalização só está exigindo que os ambulantes coloquem em prática.

“Eles chegam aqui na praia sabendo a quantidade. Não é nada novo pra esses ambulantes, eles só precisam agora colocar em prática o que já estava escrito na licença. A gente não quer de forma alguma que eles deixem de trabalhar como aconteceu ontem”.

Questionado se a fiscalização vai se estender para outras praias da capital baiana, o diretor informou que “Essa polêmica toda que foi gerada trouxe pra gente essa necessidade de fiscalizarmos as nossas praias, por isso, demos início a Operação Verão. Salvador tem mais de 60km de extensão de orla, e certamente em vários trechos podemos encontrar algum tipo de excesso”, destacou.

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ambulantes Barraqueiros polêmica porto da barra Semop

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