SALVADOR
Encontro reuniu mais de 400 conselheiros tutelares de todo o Estado

No ano em que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 18 anos, a implementação de políticas públicas voltada para os menores ainda é deficiente. A avaliação foi consensual entre os participantes do XII Encontro Estadual dos Conselheiros Tutelares da Bahia, agentes municipais encarregados de acompanhar o cumprimento da lei.
O evento começou na quinta-feira e foi encerrado ontem, em Salvador, no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia, com a participação de mais de 400 conselheiros, vindos de todo o Estado, que é dividido em oito coordenações regionais, muitas ainda em fase de organização.
Com uma vasta pauta de atividades, incluindo a aprovação do estatuto da recém-criada (outubro de 2007) Associação Baiana de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares (ABCET) e eleição da nova diretoria, o XII Encontro deu prova de que o ECA carece de mais atenção da sociedade e do poder público. “Precisamos de um maior entrosamento dos Conselhos com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolecente, Ministério Público e polícia”, citou Antônia Santos, diretora da ABCET, integrante do Conselho Tutelar V (Itapoan), em Salvador, e diretora da coordena��ão da Região Metropolitana.