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Justiça mantém prisão dos quatro suspeitos de matar 'morador de rua'

O caso aconteceu no Corredor da Vitória, em Salvador

Leo Moreira
Por Leo Moreira
| Atualizada em
Justiça mentém prisão de suspeitos de matar homem em situação de rua
Justiça mentém prisão de suspeitos de matar homem em situação de rua - Foto: Reprodução

A Justiça baiana converteu as prisões em flagrantes em preventiva dos quatro homens suspeitos de agredir e matar um homem em situação de rua, na madrugada do último sábado, 23, no Corredor da Vitória, em Salvador. A decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira, 25, após audiência de custódia.

Os suspeitos foram identificados como Lincoln Sena Pinheiro e Laércio Souza dos Santos, Marcelo da Cunha Rodrigues Machado e Sergio Ricardo Souza Menezes.

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De acordo com a Polícia Militar, na ocasião, policiais do 18° BPM foram acionados por populares para averiguar uma situação de briga generalizada no Corredor da Vitória. No local foi constatado que quatro pessoas espancaram um homem suspeito de furto.

O homem linchado, que ainda não foi identificado, foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Ao Portal A TARDE, o advogado Vinícius Dantas, que representa três dos quatro detidos, disse que seus clientes foram vítimas de uma tentativa de assalto.

"Eles não agrediram esse morador de rua. Na verdade, foram alvo de um assalto e nesse assalto, foram agredidos e revidaram a agressão e o imobilizaram. Após isso, dois ficaram imobilizando e um terceiro ligou para a polícia e gritava por socorro. Foi quando um quarto chegou e decidiu ajudá-los. Quando a polícia chegou, eles soltaram esse rapaz, mas logo em seguida ele faleceu. Eles não evadiram do local, não lincharam esse rapaz, não o agrediram, só se defenderam", pontuou.

O quarto homem citado pelo advogado é Sérgio Ricardo Souza Menezes, um morador da região. Ele não é defendido por Dantas, e assim como os outros suspeitos, também foi detido.

"Quando eles largaram o morador de rua, ele se mexia. Quando a polícia chegou que ele não se mexia. Ou seja, ele não morreu durante a imobilização e sim após a imobilização", completou.

Veja o que diz o advogado

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crime justiça Notícia Polícia Segurança violência

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