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Suspeito admite participação em morte de compositor

Andrezza Moura
Por Andrezza Moura
| Atualizada em
Lacoste (à esq.) confessou participação na morte de Felipe Yves; Helris é procurado pela polícia
Lacoste (à esq.) confessou participação na morte de Felipe Yves; Helris é procurado pela polícia - Foto: Polícia Civil l Divulgação

Andrei Jesus dos Santos, de 22 anos, o Lacoste, confessou à polícia, na tarde desta quarta-feira, 8, participação na morte do cantor e compositor Felipe Yves Magalhães Gomes, 22, na manhã da segunda, 6, em um matagal na 9ª Travessa Independência, na Fazenda Grande 1, na localidade da Independência.

Ele foi detido por investigadores do Departamento de Homicídios (DHPP) na manhã desta quarta, na Rua 11 de Julho, próximo à Escola Municipal Beatriz de Farias – a poucos metros do local onde Felipe foi executado.

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Um adolescente de 17 anos, que assumiu coautoria no crime, foi apreendido na residência da família, na Rua Palmeiras, na mesma localidade. Ele foi encaminhado à Delegacia Para o Adolescente Infrator (DAI).

Com o adolescente, foi apreendido um revólver calibre 38 municiado. A arma foi encaminhada ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para passar por perícia.

Na terça, 7, a reportagem de A TARDE divulgou a participação de Lacoste e do adolescente na morte do músico. Além deles, uma fonte policial afirmou que Ueslei Silva Sarinho, 22, o Helris ou Bicho, Penga e Nonô também assassinaram Felipe.

Ainda conforme o policial, Helris é o líder do tráfico de drogas na Independência e foi quem ordenou a morte de Felipe, após descobrir que o jovem era primo de um traficante rival, que atua na localidade das Casinhas, na Fazenda Grande 2.

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Matador de policiais

Conforme a fonte da polícia, Lacoste e o adolescente contaram que, na noite do domingo, 5, Felipe estava com eles na Independência e só foi morto na manhã da última segunda, entre às 5h30 e 6h. O policial não deu mais detalhes sobre a investigação, mas disse que Helris é um criminoso muito temido na comunidade.

“A população tem muito medo dele. Ele costuma dizer que as três lágrimas tatuadas abaixo do olho direito significam a participação dele em mortes de policiais. Mas também fiquei sabendo que faz referência ao BDM [facção Bonde do Maluco]”, informou o investigador.

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