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Vice-almirante Almir Garnier assume o 2º Distrito Naval

Franco Adailton
Por Franco Adailton
Cerimônia civil-militar marcou a passagem de comando ao vice-almirante nesta segunda-feira, 9
Cerimônia civil-militar marcou a passagem de comando ao vice-almirante nesta segunda-feira, 9 - Foto: Luciano da Matta l Ag. A TARDE

O 2º Distrito Naval (DN) da Marinha do Brasil - que responde por Bahia, Sergipe, norte de Minas Gerais e sudoeste de Pernambuco - tem um novo comandante, o vice-almirante Almir Garnier Santos, de 56 anos.

O militar assume o posto deixado pelo antecessor, o vice-almirante Cláudio Portugal de Viveiros, que irá comandar o 1º Distrito Naval (1º DN), no Rio de Janeiro.

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A transmissão de comando foi marcada por uma cerimônia realizada na manhã desta segunda-feira, 9, na sede do 2º Distrito Naval (2º DN), no Comércio, em Salvador, com a presença do governador Rui Costa, do prefeito ACM Neto, do ministro da Defesa, Raul Jungmann, além das demais autoridades políticas e militares.

Nascido no Rio de Janeiro, Garnier formou-se pela Escola Naval em 1981, subindo de posto na carreira militar desde então, até galgar a posição de vice-almirante em março de 2014. O comandante terá a responsabilidade de chefiar mais 3.500 militares na Bahia.

O vice-almirante passa a ser o 195º comandante do 2º Distrito Naval desde a Independência do Brasil, o 128º desde a proclamação da República. Garnier estará à frente do segundo maior Distrito Naval brasileiro.

Missão

Logo após a cerimônia de transmissão de comando, Garnier falou sobre a nova missão, que assume após deixar o cargo de assessor especial militar do ministro de Estado da Defesa, de chefiar o 2º DN.

“É uma grande satisfação, uma realização na carreira do oficial militar”, afirmou o novo comandante. O vice-almirante comemora o fato de os estados sob a jurisdição do 2º Distrito possuírem uma boa relação com a Marinha. “Desse modo, vamos sempre procurar retribuir a cordialidade à altura da minha função”, assegurou.

Garnier antecipa que dará continuidade ao trabalho dos comandantes que o antecederam à frente da instituição militar.

“Foi um trabalho bastante positivo, reconhecido pelos chefes dos estados que abrigam parte do 2º Distrito”, observou. Ao longo da carreira, Garnier ocupou os postos de comandante do navio-tanque Almirante Gastão Motta e do Centro de Apoio a Sistemas Operativos, gerente de projetos e diretor do Centro de Análises e Sistemas Navais, além de diretor da Escola Naval de Guerra.

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