Busca interna do iBahia
HOME > BAHIA

SEGURANÇA

"Não pode mais ser isolada", diz Lewandowski sobre combate ao crime

Ministro esteve em Salvador na manhã desta sexta-feira, 18, em uma cerimônia de entrega de viaturas às forças de segurança da Bahia

Da Redação
Por Da Redação
Imagem ilustrativa da imagem "Não pode mais ser isolada", diz Lewandowski sobre combate ao crime
Foto: Flávia Requião / Ag. A TARDE

Nesta sexta-feira, 18, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, esteve em Salvador para participar de uma cerimônia no Farol da Barra, onde foram entregues novas viaturas para as Polícias Civil, Militar e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia. Os veículos, incluindo unidades blindadas, fazem parte de um esforço contínuo para fortalecer a segurança pública no estado.

Além da entrega dos veículos, um dos momentos mais significativos do evento foi a assinatura da adesão ao Programa Escuta SUSP, iniciativa que integra o Programa Nacional de Qualidade de Vida para o Profissional de Segurança Pública.

Tudo sobre Bahia em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

Leia também:

>> Proposta para saída da ViaBahia da concessão da BRs 116 e 324 é aprovada

>> Jerônimo diz que pedirá criação de plano municipal de segurança pública

>> Na Bahia, Lewandowski dá detalhes sobre o ‘SUS da Segurança Pública’

Ricardo Lewandowski também falou sobre o combate ao crime organizado. De acordo com o ministro, a forma de combater o crime mudou, pois, antigamente, o crime era local, mas hoje ele se expandiu, chegando até a esquemas transnacionais.

"A nossa Constituição tem 36 anos de sua promulgação. Desde 1988, foi criado um capítulo especial sobre a segurança pública. Nesses 36 anos, a segurança pública tem que ser repensada, porque o crime se elevou nacionalmente. O crime era basicamente local. Hoje, é um crime interestadual, ou nacional, ou até transnacional. Portanto, a maneira de combater hoje não pode mais ser isolada", disse.

"Nós precisamos unificar a linguagem. Precisamos fazer um banco de dados único, o que o governador acaba de dizer. Informação é absolutamente importante, e essa informação tem que ser nacional. A nossa proposta é que tenhamos, para a segurança pública, uma espécie de SUS, um assento constitucional, em que as forças de segurança de todo o país, incluindo as guardas principais, possam agir de forma coordenada. Então, inclusive com um fundo próprio, que possa engajar esse sistema. Isso é o que nós, como esforçamento, estamos trabalhando. Enquanto não vier uma operação funcional, nós estamos fazendo esse trabalho de integração, conversando com os governadores e fazendo parcerias com os estados, para derivar delas", completou.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Compartilhar no Whatsapp Clique aqui

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

Relacionadas

Mais lidas