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Chefe de núcleo que investiga o PCC é preso com R$ 200 mil em casa

As investigações continuam em andamento

Redação
Por Redação
As investigações continuam em andamento
As investigações continuam em andamento - Foto: Divulgação / Polícia Federal

Na manhã desta terça-feira, 17, a Polícia Federal deflagrou a Operação Tacitus, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro e crimes contra a administração pública, incluindo corrupção ativa e passiva. A operação, que contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, mobilizou 130 policiais federais e cumpriu 8 mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão em várias cidades do estado de São Paulo, como São Paulo, Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba.

Caso sejam condenados, os envolvidos podem enfrentar penas somadas de até 30 anos
Caso sejam condenados, os envolvidos podem enfrentar penas somadas de até 30 anos - Foto: Divulgação / Polícia Federal

As investigações começaram a partir da análise de provas obtidas em investigações anteriores, incluindo movimentações financeiras suspeitas, colaboração premiada e depoimentos. Esses elementos mostraram como os investigados se estruturaram de forma complexa para exigir propina e lavar dinheiro, beneficiando os interesses da organização criminosa.

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Em uma das apreensões, a Polícia Federal encontrou R$ 200 mil, que de acordo com informações do Metropoles, na residência do chefe de investigações do Corpo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Cerco), da 5ª Delegacia Seccional da capital paulista. Ele foi um dos três policiais civis presos durante a operação, que também contou com a participação do Ministério Público de São Paulo (MPSP). O montante foi encaminhado a uma empresa de transporte de valores para contabilização.

a Polícia Federal encontrou R$ 200 mil
a Polícia Federal encontrou R$ 200 mil - Foto: Divulgação / Polícia Federal

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O grupo é acusado dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais. Caso sejam condenados, os envolvidos podem enfrentar penas somadas de até 30 anos de prisão.

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corrupção criminosa Dinheiro lavagem operação organização policiais civis

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