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CASO JULIANA MARINS

Corpo de Juliana Marins é transferido para autópsia em Bali

A jovem foi encontrada morta quatro dias depois de cair no local, e seu corpo resgatado no dia seguinte

Redação
Por Redação
Juliana estava em um mochilão pela Ásia desde fevereiro
Juliana estava em um mochilão pela Ásia desde fevereiro - Foto: Reprodução Redes Sociais

O corpo de Juliana Marins - brasileira de 26 anos que morreu após esperar resgate depois de cair a 600 metros da trilha em um vulcão Monte Rinjani, na Indonésia - será transportado para a ilha de Bali nesta quinta-feira, 26, para uma autópsia, que deve determinar a causa e o horário da morte.

A jovem foi encontrada morta quatro dias depois de cair no local, e resgatada no dia anterior. Parentes da turista brasileira criticaram a demora do resgate e apontaram negligência das autoridades locais.

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“A autópsia acontecerá em Bali. Procuramos a opção mais próxima, que é Denpasar. Eles querem saber o horário da morte”, disse Indah Dhamayanti Putri, vice-governadora da província de West Nusa Tenggara, ao citar a capital de Bali.

Resgate de Juliana

Juliana Marins caiu na sexta-feira, 20, e até sábado, 21, autoridades competentes disseram que Juliana ainda estava viva de acordo com imagens de drones e outros vídeos gravados por vários escaladores.

O corpo da jovem, natural do Rio de Janeiro, foi resgatado a cerca de 600 metros abaixo da trilha, após 15 horas de trabalho. Além da distância do local, o mau tempo também impediu o resgate com helicópteros e até mesmo a descida de equipes para o local.

Entretanto, a crítica pontual foi atribuída à demora para resgatar a brasileira - quatro dias depois de imagens de drones circularem na internet. De acordo com especialistas entrevistados pela BBC News Indonésia, os principais motivos para o longo intervalo de tempo, está atribuído a limitação de equipamentos de resgates e também às condições climáticas.

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Bali Caso Juliana Marins Indonésia juliana marins Morte

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