BRASIL
Diamante gigante de R$ 16 milhões é encontrado em pequena cidade do Brasil
Pedra preciosa é a segunda maior encontrada em território brasileiro

Por Victoria Isabel

Um diamante bruto de 646,78 quilates, avaliado em aproximadamente R$ 16 milhões, foi encontrado no município de Coromandel, no interior de Minas Gerais. Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), a pedra é o segundo maior diamante já registrado em território brasileiro.
Com a nova descoberta, Coromandel consolida-se como o único município do país a concentrar os dois maiores diamantes já encontrados no Brasil. O recorde permanece com o diamante Getúlio Vargas, de 727 quilates, localizado na mesma região em 1938. O exemplar identificado em 2025 passa agora a ocupar a segunda posição no ranking histórico.
O diamante recém-descoberto possui peso estimado de cerca de 129,36 gramas, considerando que cada quilate equivale a 0,2 grama. As dimensões e características da pedra chamaram a atenção de especialistas do setor mineral, que acompanham o processo de regularização, avaliação e certificação do material.
A descoberta ocorreu em maio de 2025, em uma área autorizada para exploração mineral de pequena escala, classificada como Permissão de Lavra Garimpeira (PLG). De acordo com a ANM, o título da área está em vigor, o que confirma que a extração foi realizada dentro dos parâmetros legais estabelecidos pela legislação brasileira.
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Segundo informações da Prefeitura de Coromandel, o diamante foi encontrado às margens do rio Douradinho. A pedra apresenta coloração marrom, fator que influencia diretamente em sua avaliação comercial, juntamente com critérios como peso, pureza e grau de transparência.
Declaração oficial do achado
Após a descoberta, o proprietário da área - cuja identidade não foi divulgada - realizou a declaração oficial do achado no Relatório de Transações Comerciais (RTC). O procedimento foi registrado no Cadastro Nacional de Comércio de Diamantes (CNCD) no dia 29 de maio, atendendo a todas as exigências dos órgãos reguladores.
Com a regularização concluída, o diamante está liberado para comercialização tanto no mercado interno quanto no exterior, desde que sejam respeitadas as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Mineração e demais órgãos competentes.
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