Menu
Pesquisa
Pesquisa
Busca interna do iBahia
HOME > BRASIL
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

BRASIL

'Falta uma Lava Jato contra o tráfico', afirma general

Felipe Resk | Estadão Conteúdo

Por Felipe Resk | Estadão Conteúdo

17/05/2018 - 7:40 h | Atualizada em 19/11/2021 - 8:55

"Falta uma Lava Jato no Brasil para enfrentar os crimes vinculados ao narcotráfico, tráfico de armas e roubo de carga", afirmou o general de divisão Ricardo Rodrigues Canhaci nesta quarta-feira, 16, em painel organizado pelo Comando Militar do Sudeste (CMSE) para discutir a participação das Forças Armadas na segurança pública e no combate ao crime organizado. Com participação de professores universitários, o ciclo de palestras foi marcado por falas em tom político e discurso anticorrupção.

Canhaci foi responsável por chefiar as tropas paulistas na Operação de Garantia de Lei e da Ordem no Complexo da Maré, no Rio, entre 2014 e 2015. Na época, a comunidade era alvo de disputa entre as facções criminosas Comando Vermelho (CV), Terceiro Comando Puro (TCP) e Amigo dos Amigos (ADA), além das milícias.

Tudo sobre Brasil em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

"Temos de aproveitar essa onda da Lava Jato, a expertise que o Ministério Público e as polícias estão desenvolvendo na questão da lavagem de dinheiro, para fazer isso em cima das organizações criminosas", disse Canhaci. "Eles têm de perder poder econômico." Para o general doleiros presos na Lava Jato podem ter atuado para facções.

Na sua palestra, o cientista político Leandro Piquet, da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que a atual intervenção no Rio, decretada em 16 de fevereiro, é uma chance de "reorganizar o serviço de segurança".

"Não é uma intervenção militar, mas sim uma intervenção federal no Estado pela União", afirmou o professor de Direito Internacional Antônio Márcio da Cunha Guimarães, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Já o especialista em Relações Internacionais Alberto Pfeifer Filho, da USP, afirmou que no Brasil e no México têm havido uma profissionalização das facções criminosas, como já havia ocorrido na Colômbia.

Comandante do CMSE, o general de Exército Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira fez piada sobre sugestões de que pode haver um "golpe militar". "Qual golpe? De caratê?!", indagou. "O povo que tem de resolver seus problemas pelo voto." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Chá de Ladrilho? Boato leva fiéis a danificar estátua de santo

Play

VÍDEO: motorista entra em rio para apagar fogo em carga de madeira

Play

Líder do PCC é preso com laboratório de drogas em Lauro de Freitas

Play

Vídeo com detentos aguardando Bolsonaro na prisão viraliza; assista

x