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AGRESSÃO

Garoto autista é espancado por mãe de colega e escola se omite

A vítima foi internada rapidamente após o ocorrido

Franciely Gomes

Por Franciely Gomes

19/03/2026 - 12:20 h

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O garoto segue em observação após as agressões
O garoto segue em observação após as agressões -

Um menino autista, de 12 anos de idade, foi agredido pela mãe de um colega de classe nesta terça-feira, 17. O caso aconteceu na Escola Municipal Professor Antonio Lopes Lins, na região do Portal Caiobá, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

De acordo com informações contidas no boletim de ocorrência, registrado pela família do garoto no Conselho Tutelar, ele sofreu duas agressões. A primeira foi dentro do ambiente escolar e a segunda em um ponto de ônibus, próximo a unidade de ensino.

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A vítima teria sido acusada de roubar o lanche do agressor, que deu uma rasteira e o fez cair no chão, batendo a boca. Quando saiu da escola, o garoto foi abordado por um casal e agredido com socos e chutes.

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Internação e hematomas

Ainda segundo o Conselho Tutelar, o garoto sofreu lesões nas costas, pernas, braços e rosto. O adolescente também passou por escuta especializada e exame de corpo de delito, para confirmar as agressões.

Registros das agressões sofridas pelo garoto
Registros das agressões sofridas pelo garoto | Foto: Reprodução | Topmídia News

Atualmente, a vítima permanece internada na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Tiradentes, sob suspeita de fratura na costela, onde está recebendo os devidos atendimentos médicos especializados.

Populares chegaram a intervir diante da situação, interrompendo a agressão e Medidas Protetivas de Urgência podem ser solicitadas em breve contra o jovem infrator e sua família.

Omissão da escola

Informada sobre a agressão, a escola não registrou a ocorrência em ata nem comunicou o órgão competente. A ação só ocorreu depois de solicitação do Conselho Tutelar, que exigiu uma cópia da ata para seguir com o caso.

Segundo a imprensa local, Conselheiros tutelares também alegaram que a instituição de ensino foi omissa com relação ao atendimento imediato ao caso, reforçando que os responsáveis deveriam ter chamado a Guarda Municipal ou a própria Polícia Militar.

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Tags:

agressão autista mato grosso do sul

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