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Furdunço leva ecletismo ao circuito Osmar

Franco Adailton
Por Franco Adailton
| Atualizada em
Alegria e suingue de Ricardo Chaves, Magary Lord e Manno Góes no Alavontê
Alegria e suingue de Ricardo Chaves, Magary Lord e Manno Góes no Alavontê - Foto: Joá Souza Ag. A TARDE

O circuito Osmar (Centro) teve um final de tarde, nesta sexta-feira, 24, com grandes atrações para o folião pipoca que foi atrás do Furdunço, com os trios Armandinho, Dodô & Osmar, Alavontê (Ricardo Chaves, Magary Lord e Manno Góes) e o fenômemo Baiana System.

>>Confira imagens do 3º dia de Carnaval no circuito Osmar

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A festa sem cordas começou por volta das 14h, com os microtrios, que levaram para a avenida o encanto das Ganhadeiras de Itapuã, Outro Baianos, o grupo percussivo Quabales, o bloco Comanche, Rixô Elétrico, Garampiola, dentre outros.

Caracterizadas tipicamente com tecidos de chita, as Ganhadeiras de Itapuã se destacaram tanto pela graciosidade do figurino quanto pelo repertório à base de samba de roda, alternado com músicas de Dorival Caymmi e Jorge Benjor, como Vatapá e Xica da Silva.

Já por volta das 17h, o trio Armandinho, Dodô & Osmar deu a partida da concentração, seguido por uma multidão formada por um público variado, de jovens a saudosistas dos antigos Carnavais, embalados pelos precursores do trio atual.

Além de arrastar a massa com sucessos como Vida Boa e Chame Gente, o trio trouxe como novidade os jovens músicos da Escolinha dos Irmãos Macedo. “Essa revolução no Carnaval só foi possível graças a Dodô e Osmar”, saudou Armandinho.

Clássicos

Na sequência dos irmãos Macedo, o trio Alavontê passou acompanhado por uma galera que se divertiu à base de antigos e novos sucessos do Carnaval baiano, a exemplo de composições de Ricardo Chaves e de Magary.

Para fechar a tarde de grandes atrações, a Baiana System arrastou um mar de gente “louca”, com uma empolgante mistura de música eletrônica com ritmos de origem africana, pagode e arrocha, “a mais de mil decibéis, todos virados numa goteira”.

A paulistana Carla Munhoz, 37 anos, é “vezeira” em pular o Carnaval de Salvador, sempre em blocos, mas se disse “extasiada” com a estreia na pipoca da Baiana. “Nossa, isso aqui é muito contagiante. Música de qualidade, um som para cima, que atrai um público com uma energia muito boa”, avaliou a foliã visitante.

O estudante de comunicação Pablo Ribeiro, 25 anos, segue “os caras” por onde eles se apresentam em Salvador. “E não enjoo”, diz.

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