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REPRESENTATIVIDADE

Passista com nanismo se destaca e vira símbolo de inclusão no Carnaval

Aos 46 anos, Viviane Assis faz história dentro e fora do sambódromo

Luiza Nascimento

Por Luiza Nascimento

10/02/2026 - 9:27 h | Atualizada em 10/02/2026 - 9:44

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Imagem ilustrativa da imagem Passista com nanismo se destaca e vira símbolo de inclusão no Carnaval
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A poucos dias do início do Carnaval, uma sambista já vem ganhando destaque nas redes sociais, devido ao talento, presença e representatividade. Atuante na Escola de Samba Unidos do Viradouro, Viviane Assis, 46, é uma pessoa com nanismo que, há alguns anos, tem mostrado que a festa vai além da folia e que pode ser feita com base na inclusão.

Em um vídeo em que aparece sambando durante um ensaio técnico realizado no último domingo, 8, ela mostra que a intimidade com a dança não tem relação com o tamanho.

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Além de passista, Viviane é modelo, atriz, palestrante, ativista e dançarina. Antes de se dedicar ao samba, ela já atuou como bancária, auxiliar de produção, guia do bonde de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

Com a estatura de 1,25 metros e a condição de nanismo acondroplásico, Viviane não definiu limites para os sonhos e provou que a paixão pelo ritmo pode quebrar barreiras.

Com uma vida repleta de superação e reviravoltas, Vivi desafiou as expectativas e se tornou inspiração não só no Carnaval, mas na vida.

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Um post compartilhado por Viviane de Assis (@vivianedeassis10)

Enredo de escola de samba

Oriunda de família de sambistas e compositores, a passista começou a desfilar ainda no início da década de 1990. Já atuou na Mocidade, Porto da Pedra e Engenho de Dentro.

Em 2015, quando decidiu concorrer a uma vaga no concurso da Rainha do Carnaval do Rio, ela fez uma campanha e conseguiu que a Prefeitura modificasse o regulamento, abolindo, então, a exigência de altura mínima de 1,60m.

Sete anos depois, sua história de vida foi contada pela escola niteroiense Encanto da Ilha da Conceição. A agremiação do grupo principal de Niterói desfilou no dia 23 de abril no Caminho Niemeyer, o enredo "Vivi, a pequena notável do samba".

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Fora do sambódromo

Nos palcos, ela já atuou em peças como “A Bela Adormecida” e “O Rapto da Branca de Neve”. Em filmes, participou de “2 de Mim” e “Candidato Honesto 2”. Além disso, marcou presença em novelas como "Travessia", da TV Globo e até mesmo em longa-metragens, como “Chapa Quente”.

Sua dedicação à arte da dança e seu compromisso como professora voluntária a levaram a ser homenageada no programa “Planeta Xuxa”.

Vivi é mãe de um jovem de 24 anos e avó de uma menina.

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Tags:

carnaval Inclusão nanismo representatividade samba Viviane Assis

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