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Lei busca ampliar avanços da capoeira

Da Redação | tempopresente@grupoatarde.com.br
Por Da Redação | [email protected]
O projeto de lei leva o nome de Moa do Katendê, capoeirista assassinado por motivo torpe, em um bar, por conta de desavenças políticas | Foto: Raphael Muller | Ag. A TARDE | 29.11.2018
O projeto de lei leva o nome de Moa do Katendê, capoeirista assassinado por motivo torpe, em um bar, por conta de desavenças políticas | Foto: Raphael Muller | Ag. A TARDE | 29.11.2018 - Foto: Raphael Muller | Ag. A TARDE | 29.11.2018

Patrimônio nacional, reconhecido em 2008, e expressão cultural manifestada como dança, luta ou modalidade esportiva, a capoeira está prestes a tornar-se lei estadual, com votação prevista na Assembleia Legislativa para hoje.

O projeto de lei leva o nome de Moa do Katendê, capoeirista assassinado por motivo torpe, em um bar, por conta de desavenças políticas, tendo seu agressor representado toda a violência expressa nas narrativas do projeto político escolhido nas urnas.

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O PL número 23.281/2019 dispõe sobre a salvaguarda da capoeira, como forma de ampliar a proteção da arte originada na África, reinventada pelos brasileiros, a exemplo do candomblé e outras atividades originadas da diáspora africana.

– A Bahia, que tem essa potência que é a capoeira, precisa salvaguardar e incentivar esse ofício, além de apoiar a formação de capoeiristas e incorporá-la no currículo escolar – defende a deputada Olívia Santana, entusiasta da utilização da luta com fins educacionais.

Os argumentos favoráveis à aprovação do PL, em tramitação desde 2019, baseiam-se na possibilidade de ampliação do gigantesco campo de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da capoeira no país.

Na condição de multidisciplinar, em estilos genuinamente afro-brasileiros, a capoeira ficará assim, protegida, diante de quaisquer tentativas ilegítimas de interferência em sua organização, funcionamento e prática no território baiano.

Criminalizada nas primeiras décadas de República no Brasil, com pena de prisão para quem a praticasse, a capoeira foi legalizada nos anos 1940, mas seguiu enfrentando o preconceito até este século, simbolizando a própria trajetória dos herdeiros dos escravizados, na busca por libertação.

“Eu acho que a gente

pode resumir tudo isso

[negociação de vacinas

no governo Bolsonaro],

de forma bem objetiva,

como ‘briga de gangues’.

A gente só consegue

descobrir o malfeito

quando uma gangue

denuncia a outra”

Simone Tebet, senadora, sobre as investigações da CPI acerca das negociações em torno da compra da Covaxin

União por saúde mental

Em mais uma ação que marca a inauguração este ano do Centro de Atendimento Psicossocial (Ceapuc) da Ucsal, firmou-se um convênio com o Colégio Antônio Vieira para o oferecimento gratuito aos trabalhadores docentes e não docentes do Vieira de atendimento psicológico individual para superar, sobretudo, os desafios impostos pelo contexto pandêmico atual. No caso do colégio, o serviço começou a ser prestado em maio e é feito de modo a preservar a identidade dos assistidos.

– Já temos obtido retorno de colaboradores que estão bastante satisfeitos com a condução e o atendimento – revela o diretor de gestão de pessoas do Vieira, professor Sérgio Silveira, que também coordena no colégio o comitê gestor de prevenção ao coronavírus.

IFBaiano inscreve até sexta

Encerra-se sexta-feira o prazo de inscrição para o processo que selecionará estudantes para ingresso nas 7.320 vagas de cursos técnicos (modalidades presencial e educação a distância – EAD) do Instituto Federal Baiano (IFBaiano). As inscrições são gratuitas e estão sendo realizadas exclusivamente online pelo portal da Fundação CefetMinas: concurso.fundacaocefetminas.org.br.

Aulas do Sesi em LEM

O alerta dos infectologistas para os riscos de circulação do Sars-CoV-2, associada à baixa imunização de 12% da população, não vem sendo suficiente para evitar a volta às aulas presenciais, como ocorreu esta semana com o sistema Serviço Social da Indústria (Sesi).

O retorno foi registrado no município de Luís Eduardo Magalhães, famoso nacionalmente por seu acelerado crescimento, em razão dos negócios agrícolas, principal riqueza do oeste baiano.

Por determinação das prefeituras, o ensino segue remoto em Barreiras, também no oeste, Candeias, na região metropolitana de Salvador, Vitória da Conquista, no sudoeste, Feira de Santana, a 108 quilômetros da capital, Ilhéus, no sul do estado, e Juazeiro, no norte.

Embora o número de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) ocupados para tratamento de Covid-19 tenha sido reduzido, por medida de prudência, a maioria dos municípios tem evitado antecipar a volta às aulas, seguindo a direção do Sesi os protocolos estabelecidos.

Enquete realizada pelo Sesi para consultar a vontade dos pais tem revelado uma divisão entre os mais prudentes, 56%, e outros menos, 44%, resultando em dificuldade para uma tomada de decisão, dado o equilíbrio.

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