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Oficina ‘conserta’ jornalismo cultural

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Redação, com Paulo Leandro e Miriam Hermes
Por Redação, com Paulo Leandro e Miriam Hermes
Imagem ilustrativa da imagem Oficina ‘conserta’ jornalismo cultural
Foto: Freepik

Salvador vai sediar, nos dias 1º e 8 de outubro, a oficina “Jornalismo Cultural: como fazer para evitar a ‘releasezação’”, uma proposta instigante para quem pensa a cobertura da cultura para além do factual.

O mais curioso é o fato de a atividade acontecer numa capital onde há instituições de ensino superior, cuja missão inclui formar jornalistas especializados em cobrir as manifestações culturais, só que não: precisa vir um jornalista veterano para organizar uma oficina, local onde se costuma realizar consertos – no caso, de profissionais de comunicação.

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Gratuita e aberta ao público, a atividade acontecerá das 14h às 16h, na Biblioteca Anísio Teixeira, na Ladeira de São Bento, ao lado do mosteiro.

A iniciativa é da Fundação Pedro Calmon, vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, e será conduzida pelo professor, jornalista e produtor cultural Raulino Júnior.

A proposta parte de uma provocação atual: como produzir jornalismo cultural autoral em tempos de enxurrada de releases?

Release ou rilise é como os jornalistas chamam os textos de divulgação de empresas, pessoas ou outras partes interessadas na angulação da notícia.

O release de divulgação da oficina informa ainda o objetivo de convidar os participantes a refletir sobre apuração, pauta, entrevista e escrita crítica.

No entanto, ficou uma lacuna possivel, a relação do release com os novos meios proporcionados pela internet e uma crescente dificuldade de confirmação de dados e obtenção de entrevistas com as fontes devido a um certo “comodismo digital” em figura frontal de paradoxo com armazenamento e velocidade de transmissão.

ABRE ASPAS

“A casa tá caindo para o clã Bolsonaro! A Polícia Federal faz operação contra o esquema milionário envolvendo o filme ‘Dark Horse’, financiado com dinheiro de Vorcaro para Flávio e Eduardo Bolsonaro”

Lindbergh Farias,deputado federal, sobre operação que investiga desvio para cinebiografia de Bolsonaro

Chapa única define CRA-BA

Com o slogan “Responsabilidade para inovar, experiência para conquistar”, a Chapa 1 concorre de forma inequívoca e sem opositores no pleito do Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA), agendado para o dia 14 de outubro.

O grupo, composto por profissionais com atuação diversa no setor público, privado e acadêmico, busca fortalecer a representatividade da categoria.

Integrante da renovação de dois terços do Sistema CFA/CRAs, a votação ocorrerá exclusivamente via internet para eleger conselheiros efetivos e suplentes com mandatos de 2027 a 2030.

POUCAS & BOAS

Uma gincana ecológica com estudantes do município movimenta, hoje, o Centro Cultural de Barreiras como parte da programação do dia do Cerrado, comemorado nesta sexta-feira. Com o tema ‘Cerrado em ação: reciclar, respeitar e preservar’ a Semana do Cerrado foi aberta com a reinauguração do viveiro municipal e da Casa de Sementes, bem como com oficinas de educação ambiental. O encerramento será amanhã com Mutirão nas margens do Rio Grande, Centro Histórico. Coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, tem apoio de parceiros e patrocinadores.

Em Jacobina, a Feira Baiana de Negócios (Feban) foi aberta, ontem, no Casarão do Forró e reúne empresas, empreendedores e instituições que expõem e comercializam produtos e serviços, dentre outras iniciativas que movimentam o mundo dos negócios da região até sábado. Com entrada gratuita, tem como um dos destaques o estande com peças produzidas pelo projeto Cerâmicas do Pontilhão, com patrocínio da Jacobina Mineração e do Instituto Pan American Silver, através da Lei de Incentivo à Cultura.

A Carteira Nacional do Artesão (CNA) e o Certificado de Reconhecimento à Artesã e ao Artesão de Camaçari como defensores da tradição cultural foram entregues, ontem, em cerimônia no auditório da Secretaria de Governo (Segov) do município. Para fortalecer e incentivar a atividade ao todo foram contemplados com a CNA 70 profissionais de variados segmentos do trabalho artesanal da sede, orla e zona rural.

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