COPA DO MUNDO
Capitão da Seleção Brasileira aposta no "coletivo" para Copa do Mundo
Marquinhos descartou que exista uma "fórmula secreta de sucesso" para a disputa do torneio
O zagueiro Marquinhos, capitão da Seleção Brasileira, falou sobre suas expectativas para o desempenho do grupo na Copa do Mundo de 2026, que começa no dia 11 de junho. Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 3, o defensor de 32 anos afirmou que “não existe uma fórmula secreta de sucesso”, mas apontou o que pode ajudar o Brasil no torneio:
Eu acho que existem muitas filosofias e muitos caminhos que a gente pode chegar a esse sucesso. Cada vez mais o futebol vem mostrando que é um jogo coletivo, um jogo onde a gente precisa muito de todos os jogadores, precisamos que todos estejam bem fisicamente e mentalmente.
Marquinhos - Capitão da Seleção Brasileira
O jogador ainda falou sobre a característica do grupo montado pelo italiano Carlo Ancelotti, que uniu a experiência de jogadores como Neymar, Casemiro e o próprio Marquinhos, que já passaram por eliminações do Brasil em mais de uma Copa do Mundo, com a motivação de atletas estreantes:
“Acho que isso pode ser positivo para a Seleção. Ter alguns jogadores que viveram esses momentos ruins, de não conseguir vencer, e trazer essa experiência para os que estão vivendo uma Copa do Mundo pela primeira vez e tendo essa oportunidade.”
Campanha de recuperação?
Marquinhos também comentou a fase em que a Seleção chega para a Copa do Mundo, após fazer a pior campanha da sua história nas Eliminatórias, afirmando que “o futebol te entrega surpresas”.
“É muito difícil de comparar. A gente chegou muito bem nas outras Copas do Mundo, com grandes expectativas, e não conseguimos esse momento [o título]. Hoje estamos em um momento muito distinto daqueles que a gente viveu das outras vezes, mas o futebol te entrega surpresas”, ponderou o capitão.
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“As últimas campeãs mostraram também que souberam crescer num momento importante da competição. No futebol não tem como a gente saber quem vai chegar lá na frente ser campeão. Então o importante não é realmente como se começa, mas sim como é que a gente vai conseguir terminar essa competição”, concluiu o zagueiro brasileiro.