Busca interna do iBahia
HOME > CORONAVÍRUS

CORONAVÍRUS

Desigualdade bate recorde na pandemia, aponta estudo

Da Redação
Por Da Redação
A renda média despencou ao menor patamar da série histórica iniciada em 2012 | Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
A renda média despencou ao menor patamar da série histórica iniciada em 2012 | Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil - Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil

A desigualdade alcançou nível recorde no país, com decréscimo na oferta de trabalho por conta da pandemia da Covid-19, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 14, pelo centro de estudos FGV Social. Além disso, a renda média despencou ao menor patamar da série histórica iniciada em 2012.

O salto na desigualdade é medido pelo Índice de Gini. No primeiro trimestre deste ano, o indicador alcançou a marca de 0,674, a maior da série com dados desde 2012.

Tudo sobre Coronavírus em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

Na escala de Gini, zero significa igualdade total de renda. Quanto mais próximo de um, maior é a desigualdade. Ou seja, uma alta no Gini sinaliza piora nas condições socioeconômicas.

No primeiro trimestre de 2020, fase inicial da pandemia, o índice estava em 0,642. A alta verificada na crise sanitária é considerada um salto na diferença entre pobres e ricos, aponta o estudo.

O país também registrou tombo nos ganhos dos trabalhadores. No primeiro trimestre de 2020, a renda média per capita havia alcançado o maior ponto da série: R$ 1.122. Mas, com a crise, desabou 11,3%, para R$ 995 em igual período de 2021.

Além do patamar mais baixo da série histórica, é a primeira vez que a renda fica abaixo de R$ 1 mil.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Google Noticias Siga o A TARDE no Google Noticias

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Email

Relacionadas

Mais lidas