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Infectologista que ficou apenas 10 dias na Saúde depõe nesta quarta à CPI

Publicado quarta-feira, 02 de junho de 2021 às 08:25 h | Atualizado em 02/06/2021, 08:29 | Autor: Da Redação
Depoimento de Luana Araújo foi antecipado como estratégia para coletar novas informações | Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil
Depoimento de Luana Araújo foi antecipado como estratégia para coletar novas informações | Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil -
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A CPI da Pandemia ouve nesta quarta-feira, 2, a médica infectologista Luana Araújo. Nomeada para o cargo de Secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Luana Araújo foi demitida depois de 10 dias.

O requerimento apresentado pelo senador Humberto Costa (PT) aponta que a demissão ocorreu por iniciativa do presidente da República, Jair Bolsonaro. A CPI quer saber da médica as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde.

O depoimento de Luana Araújo foi antecipado como estratégia para coletar novas informações e poder ter novos elementos para confrontar o atual ministro da Saúde,  Marcelo Queiroga, que prestará depoimento à CPI na próxima terça-feira, 8.

Luana Araújo foi anunciada no dia 12 de maio pelo ministro Marcelo Queiroga durante o lançamento da campanha de conscientização sobre medidas preventivas e vacinação contra a Covid-19. A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 foi criada no dia anterior para centralizar as ações de combate à pandemia.

Dez dias após a nomeação, a pasta confirmou que a médica infectologista não exerceria mais o cargo. De acordo com nota publicada pelo ministério, a pasta busca outro nome com "perfil profissional semelhante: técnico e baseado em evidências científicas".

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