CULTURA
4º Festival de Cafés terá samba, forró e música afro em Salvador
Evento reúne cafés especiais, gastronomia, negócios e música no Trapiche Barnabé


A programação musical do 4º Festival Baiano de Cafés foi confirmada nesta sexta-feira, 7, com atrações que misturam ritmos nordestinos, música afro-brasileira e samba de roda.
O evento acontece nos dias 15 e 16 de agosto, no Trapiche Barnabé, em Salvador, com atividades voltadas ao universo dos cafés especiais. As atividades acontecem das 13h às 22h nos dois dias.
Os ingressos estão disponíveis pela Sympla, com opções para apenas um dia ou no formato passaporte, que permite a entrada nos dois dias. A modalidade de meia-entrada já está esgotada.
Maior edição do Festival Baiano de Cafés
Em 2026, o Festival Baiano de Cafés chega à quarta edição com uma estrutura ampliada. A organização prevê 70 expositores, mais de 2 mil visitantes por dia e uma movimentação superior a R$ 500 mil em negócios.
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Além da feira dedicada aos cafés especiais, o público poderá participar de palestras, oficinas, degustações, campeonatos e experiências sensoriais. A programação também contempla diferentes etapas da cadeia produtiva do café.
Música entra na programação do festival
No sábado, 15, quem abre a agenda musical é o grupo Flor de Imbuia, formado exclusivamente por mulheres. A apresentação reúne rabeca, sanfona e ritmos nordestinos em um repertório que valoriza compositoras e o protagonismo feminino.
A escolha dialoga com o tema desta edição, que presta homenagem às mulheres agricultoras que atuam na cafeicultura. Depois do grupo, a noite termina com uma sessão de discotecagem com DJ.
No domingo, 16, o palco recebe Jad Venttura. Cantor, compositor e pesquisador baiano, ele apresenta um repertório influenciado pela música afro-brasileira, pelo samba, pelo ijexá e pela MPB.
O encerramento será comandado pelas Sambadeiras de Cajazeiras, que levam ao festival o samba de roda, manifestação cultural ligada à tradição do Recôncavo Baiano e reconhecida como patrimônio cultural brasileiro.
“Assim como os cafés especiais carregam identidade, território e histórias, a programação cultural foi pensada para valorizar artistas que representam a riqueza da nossa cultura e dialogam com os valores do festival”, afirma Brenda Matos, idealizadora do evento e especialista em Cafés de Qualidade.


