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21° PARADA LGBTQIA+

Bate leque: comércio de produtos LGTQIA + aquece vendas na Barra

Ambulantes dizem que para vendas estão melhores com a mudança de circuito da Parada LGTQIA + em Salvador

Felipe Sena
Por Felipe Sena
| Atualizada em
Deise Santos, de 19 anos, trabalha com o mercado ambulante há anos junto com a mãe
Deise Santos, de 19 anos, trabalha com o mercado ambulante há anos junto com a mãe - Foto: Ag. A TARDE | Felipe Sena

A 21° Parada LGBTQIA+ acontece neste domingo, 8, e parece que a mudança de localização para um circuito mais pop alavancou as vendas dos ambulantes, que neste ano investiram em diversos artigos com as cores da bandeira LGBTQIA+ e não-binárie para vendas.

Leques, copos, camisas e pulseiras estão sendo vendidos, até com promoção especial. A vendedora ambulante Andréa Araújo, de 55 anos, costuma investir nas datas especiais, caso da Parada. Com um sorriso, ela diz que o dia está "ótimo", principalmente depois que o circuito foi modificado para a Barra-Ondina pela primeira vez.

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No Campo Grande nem todo mundo ia. Já passaram dois cliente meus aqui que disseram que vieram esse ano por aqui está sendo melhor, por causa da segurança e que aqui eles ficam mais à vontade. Até às vendas estão melhores aqui

Andréa Araújo

A vendedora que chegou cedo, às 8h da manhã, afirma em entrevista ao Portal A TARDE que o item que está mais saindo são as bandeiras, símbolo principal da comunidade LGTQIA +. "A bandeira está por R$ 40,00", diz.

Andréa Araújo
Andréa Araújo - Foto: Ag. A TARDE | Felipe Sena

O traquejo de vendas é algo que faz parte do cotidiano de Leandro Neves, de 42 anos. "Oportunista ambulante", como se intitula, ele diz que está sempre a espreita para as datas importantes e que as estuda com antecedência para conseguir lucrar. "Eu não sou vendedor, eu sou oportunista. Vendedor é quem fica no shopping para vender ou não. A gente pega a galera na emoção", reflete.

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Para eles às vendas deste domingo vão melhorar aos poucos. Ele está comercializando leque, o pequeno por $35 reais, o grande por $70 reais. "Aí rola conversa se for levar um kit com boné e leque", explica.

Imagem ilustrativa da imagem Bate leque: comércio de produtos LGTQIA + aquece vendas na Barra
Foto: Ag. A TARDE | Felipe Sena

Já Deise Santos, de 19 anos, que também já trabalha com o mercado ambulante há anos junto com a mãe, está vendendo leques, copos e pulseiras também.

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