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Público pode curtir ressaca do Natal com festas para todos os gostos

Carolina Ferrari
Por Carolina Ferrari
| Atualizada em
Levi e a banda Jammil comandam a festa no Natal do Humaitá para toda a família
Levi e a banda Jammil comandam a festa no Natal do Humaitá para toda a família - Foto: Luciano da Matta | Ag. A TARDE

Natal não é só sinônimo de confraternização em família, dentro de casa e com trocas de presentes. Quem quer sair e curtir pode aproveitar que o verão começou e escolher entre diversas festas na cidade, entre pagas e gratuitas.

Entre os destaques deste domingo tem Natal do Harém, com Alexandre Peixe, no Alto do Andu (Paralela), Natal do Humaitá, com o projeto Vamos Ver o Pôr do Sol, com Jammil, (Cidade Baixa), além do grupo Alavontê, que realiza a festa Agradecer, no Clube Espanhol (Ondina).

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Tradicional evento do verão baiano, uma opção para quem quer sentir o que estar por vir é o tradicional Ensaio do Harém, que é realizado há 12 temporadas. O projeto de Natal segue a fórmula do ensaio e traz melhorias realizadas na estrutura do Alto do Andu. O espaço passou por reforma para proporcionar um maior conforto para o público.

Segundo o empresário, produtor e sócio da Diva Entretenimento, Michel Cohen, um dos responsáveis pelo Harém, o sucesso do evento se deve à busca de um lugar para confraternizar com os amigos.

“ As pessoas no dia 24 fazem a ceia com a família, e no domingo aproveitam para curtir com os amigos”. Para ele, outro tipo de público que pode se encontrar na festa é de pessoas que não residem em Salvador, mas que chegam à cidade para visitar a família.

“Muitas pessoas que moram fora, e vêm passar o Natal, acabam tendo a oportunidade de no dia 25 curtir o Natal do Harém”, garante.

Para todos os públicos

Para quem quer curtir a data em família em um evento gratuito, mas quer usufruir de uma boa música e experiências gastronômicas, no domingo acontece o projeto Vamos Ver o Pôr do Sol, no Humaitá.

Idealizado por Levi Lima e a banda Jammil, a proposta surgiu após a gravação do DVD Jammil de Todas as Praias e visa uma imersão cultural, desfrutando da cidade por meio da gastronomia, música e prática de esportes. Para Levi, o evento atinge todos os tipos de público.

“O evento é extremamente abrangente. Atinge todas as classes sociais, famílias, jovens. É uma reunião de pessoas que querem ter um momento de lazer”.

O projeto que em 2017 tem planos para se tornar itinerante, na edição de Natal tem um toque especial. A Banda irá subir ao palco acompanhada pelo coral infantil da Legião da Boa Vontade (LBV) e por um quarteto de cordas, sob direção musical de Luciano Calazans.

O evento contará ainda com uma feira gastronômica, decoração temática e uma campanha de arrecadação de brinquedos, com participação do público. Para o vocalista, o diferencial do evento que reúne cerca de 8 mil pessoas por edição, é o carinho e o incentivo que eles recebem do público.

“Todos são muito carinhosos e incentivadores. As pessoas sempre perguntam quando vamos realizar o projeto de novo, se mostram sempre interessadas”.

Com um show acústico e um repertório com músicas do grupo e de outros artistas, Levi afirma que o mais importante é fazer a diferença na vida das pessoas. “Eu quero levar uma mensagem de representatividade e mudar a vida das pessoas. É muito importante levar essa mensagem de conscientização, pois primeiramente é a minha cidade, além de ser um trabalho artístico e social”, explica.

Axé das Antigas

Quem gosta de um axé das antigas tem como opção, em seu terceiro ano consecutivo, a festa Agradecer. Realizada pelo movimento musical Alavontê, o evento pela primeira vez acontece no domingo de Natal no Clube Espanhol.

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Foto: Enviada pela Aquatro Comunicação | Divulgação

Com 12 anos de sucesso, o Natal do Harém lota o Alto do Andu (Foto: Divulgação)

Para Andrezão Simões, um dos fundadores do grupo, o evento de final de ano nasceu do sentimento de gratidão. “O conceito da festa é diversão. Curtir o tempo da vida. Compor, cantar e espalhar bem-estar através da música, por aí. O agradecer nesta festa de final de ano, nasceu disto, desta gratidão por tudo que acontece”.

Integrado por Ricardo Chaves, Magary Lord, Ramon Cruz, Jonga Cunha, a apresentação traz um pouco da carreira de cada integrante, além de composições em conjunto. “A escolha de repertório é feita de comum acordo. A intenção da gente é contar a história de todos nós e do movimento que se chama axé music. Temos um manancial muito grande, sendo sempre permeado por composições feitas por nós e músicas atuais, que criamos quando nos encontramos”, afirma Ricardo Chaves.

Com um público mais segmentado, para Andrezão, o Alavontê embala gerações resgatando a alma do folião que não costumava mais sair para festas. “O movimento se tornou muito importante para pessoas que já não brincavam mais, não iam para festas, de alguma forma, queriam viver o repertório que as embalou e com o passar do tempo, esse contágio de vida e alegria foi para toda a família. Encontramos em nossas festas várias gerações brincando juntas. Isto não tem preço”.

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