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RESGATE HISTÓRICO

IA será usada para reconstruir imagens de pessoas escravizadas na Bahia

Inteligência Artificial será aliada no resgate visual de memórias apagadas da Bahia colonial

Franciely Gomes
Por Franciely Gomes
| Atualizada em
O sistema será usado em breve
O sistema será usado em breve - Foto: Ilustrativa | Freepik

A Inteligência Artificial está prestes a se tornar um elemento fundamental para o Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB). O órgão anunciou o lançamento do Projeto Fragmentos de Memória, integrado ao programa Resgate Ancestral, que pretende recuperar imagens através da IA.

Sob a condução do Diretor do APEB, Jorge X e a gerência de Adalton Silva, responsável pela Coordenação de Preservação, a iniciativa humaniza os registros de pessoas escravizadas e libertas na Bahia Colonial e Imperial, dando rostos à história.

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Documento usado no projeto
Documento usado no projeto - Foto: Divulgação | FPC

A metodologia é dividida em três etapas principais: a digitalização dos passaportes de pessoas escravizadas e libertadas; um levantamento iconográfico, abrangendo dados de pesquisas acadêmicas e trabalhos visuais; e por fim, a criação de comandos para o resultado final dos registros.

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Atualmente, o projeto encontra-se na fase inicial, coletando dados e restaurando elementos como fotografias, gravuras e litografias para alimentar a IA e obter o melhor resultado possível. “Este projeto transforma documentos frios em rostos cheios de histórias. É um ato de justiça simbólica”, afirmou Jorge X, diretor do APEB.

Algumas imagens já foram geradas, mas não passam de estudos preliminares, produzidos a partir de testes de prompts e da restauração digital de fotos antigas. O resultado final só será divulgado em novembro de 2025, após passar por uma validação histórica conjunta com consultores e a equipe do APEB.

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Arquivo Público da Bahia ia inteligencia artificial

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