21ª PARADA DO ORGULHO
Madrinha da Parada LGBT+, Léo Kret fala sobre homofobia no pagodão
Percussora trans do pagodão baiano, cantora fala sobre representatividade na cena do pagode baiano
Por Felipe Sena

Percussora do pagodão feminino trans em Salvador, a cantora Léo Kret antes de receber a faixa de madrinha da Parada LGBTQIA+, disse ao Portal A TARDE que sabe que existem pessoas "homofóbicas que vem para brigar, mas estamos aqui para lutar contra o preconceito e ver a alegria da nossa população LGBTQIA +".
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A cantora que no ano passado trouxe como um dos convidados O Kanalha, neste ano convidou a banda Sela, para trazer o pagodão baiano "das antigas" e animar o público. "Todos sabem que eu sou filha do pagode baiano, foi o pagode que me deu oportunidade de mostrar o meu talento, eu não estaria aqui hoje. Então todos os anos eu coloco uma banda de pagode para representar a cultura que é o pagode da nossa Bahia", explica.
A também dançarina ressalta a importância da representatividade e luta pelos direitos da comunidade. "Estar representando uma população tão discriminada para mim é muito importante. E ser uma mulher trans num país que mata pessoas LGBTs, principalmente mulheres trans, eu fico muito feliz e hoje eu sou um exemplo de luta, força e resistência", salienta.
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