NEGOCIAÇÕES
Deyvid Bacelar cobra agilidade para recompra da RLAM na Bahia
Segundo ex-coordenador da FUP, Lula já deu aval para recomprar refinaria

A reestatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), hoje operada pela Acelen, empresa do Grupo Mubadala, depende agora de uma decisão da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre da Silveira. A avaliação é do coordenador licenciado da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar.
Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já sinalizou que pretende recomprar a refinaria.
“Se o presidente já declarou essa intenção, cabe ao ministro e à presidente da Petrobras fazer com que o processo de recompra ocorra o mais rápido possível, para o bem da Bahia e do Brasil”, afirmou Bacelar.
Para Bacelar, a retomada da RLAM é estratégica para o país alcançar maior autonomia na produção de combustíveis como diesel, gasolina e querosene de aviação.
Preço do combustível na Bahia
Deyvid Bacelar, que é pré-candidato a deputado federal pelo PT, também critica a privatização da refinaria e afirma que a Bahia passou a ter os combustíveis mais caros do país após a venda da unidade.
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Segundo ele, o ativo foi negociado durante o governo Bolsonaro por um valor abaixo do mercado, estimado à época em US$ 3,8 bilhões.
Impasses na negociação
Nos bastidores, há dificuldades para avançar na negociação de recompra. De acordo com Bacelar, o Grupo Mubadala estaria pedindo um valor elevado para devolver a refinaria ao controle estatal.
Apesar disso, ele afirma que as tratativas foram retomadas. Técnicos da Petrobras estariam, inclusive, visitando a unidade para avaliar os ativos e definir um novo valor de negociação.
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