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Impacto "gravissimo" na aviação! Companhias aéreas alertam para alta de preços

Querosene de aviação acumula alta de 100% e novo reajuste da Petrobras pressiona setor

Iarla Queiroz
Por
Associação das aéreas reage a aumento de 18% no QAV
Associação das aéreas reage a aumento de 18% no QAV - Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O novo aumento no preço do querosene de aviação (QAV) acendeu um alerta no setor aéreo brasileiro. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) classificou o reajuste anunciado pela Petrobras como responsável por “impactos gravíssimos na conectividade do país”.

Alta chega a 100% e preocupa setor

Segundo a entidade, o combustível — principal custo das companhias aéreas — já acumula uma alta de 100% desde o início dos conflitos no Oriente Médio. Este é o terceiro reajuste no período.

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Para a associação, o cenário pressiona diretamente a operação das empresas e pode afetar a oferta de voos no país.

Novo reajuste de 18%

A Petrobras anunciou um aumento de 18% no QAV, o que representa um acréscimo de R$ 1 por litro. De acordo com a estatal, o valor segue uma fórmula de paridade internacional aplicada há mais de duas décadas.

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Tentativa de reduzir impacto

Como forma de amenizar os efeitos do aumento, a Petrobras informou que permitirá o parcelamento de parte do reajuste em até seis vezes, com início previsto para julho de 2026.

A medida repete a estratégia adotada anteriormente, quando o combustível já havia registrado um aumento de 54%.

Setor cobra alternativas

A Abear também destacou que o Brasil possui capacidade de produção interna suficiente para reduzir os impactos de oscilações externas.

Na avaliação da entidade, isso poderia ajudar a suavizar os efeitos do aumento para consumidores e para o próprio setor aéreo.

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