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Celular, redes sociais e saúde mental pautam aula em escola municipal

Atividade baseada em pesquisa exclusiva da AtlasIntel/A TARDE discutiu riscos e benefícios das plataformas digitais

Redação
Por Redação
Celular, redes sociais e saúde mental pautam aula em escola municipal
Celular, redes sociais e saúde mental pautam aula em escola municipal - Foto: Divulgação

O impacto das redes sociais no cotidiano de crianças e adolescentes foi tema de uma aula realizada na Escola Municipal Diácono Fernando Brito, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. A atividade reuniu estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II e integrou as disciplinas de Temas Transversais e Sociologia, sob orientação do professor Jackson Bomfim.

Com o tema “Redes Sociais, Juventude e Regulação Digital”, a aula foi fundamentada em uma pesquisa exclusiva da AtlasIntel/A TARDE, publicada em 12 de maio de 2026, que abordou o uso das plataformas digitais e a percepção das famílias baianas sobre segurança no ambiente virtual.

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Durante o encontro, os alunos refletiram sobre os benefícios e os riscos do uso excessivo do celular e das redes sociais, além de discutirem liberdade de expressão, responsabilidade digital e possíveis formas de regulação das plataformas. Segundo dados apresentados em sala, 78,2% dos pais baianos defendem maior controle sobre as redes sociais, enquanto 44% acreditam que o celular pode trazer prejuízos para crianças e adolescentes. A pesquisa também aponta que muitas famílias apoiam regras mais rígidas para proteger menores de idade no ambiente digital.

A aula destacou que plataformas como Instagram, TikTok, WhatsApp, YouTube e Facebook fazem parte do cotidiano da juventude, auxiliando na comunicação, no acesso à informação e nos estudos. Ao mesmo tempo, também podem contribuir para a dependência digital, cyberbullying, ansiedade, fake news, golpes virtuais e exposição a conteúdos violentos.

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Os estudantes ainda discutiram o conceito de regulação das redes sociais, entendido como a criação de regras para combater crimes virtuais, proteger crianças e adolescentes e responsabilizar plataformas digitais. O tema, no entanto, também levanta debates sobre liberdade de expressão e possíveis excessos de controle na internet.

Entre as perguntas debatidas em sala estavam: “O celular ajuda ou atrapalha os estudos?”, “Existe idade certa para usar redes sociais?”, “Quem deve controlar o conteúdo da internet?”, “As redes sociais aproximam ou afastam as pessoas?” e “O tempo excessivo nas telas pode prejudicar a saúde mental?”.

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Bahia Educação simões filho

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