CCJJ 2026
Premiação do Jovem Jornalista 2026 revela talentos da rede pública na Bahia
Conheça todos os vencedores e premiados do Concurso Cultural Jovem Jornalista 2026

A Bahia ganhou diferentes formas, vozes e narrativas durante o Concurso Cultural Jovem Jornalista (CCJJ) 2026. A partir do tema “De onde eu venho, escrevo: histórias e leituras do meu lugar no mundo”, estudantes das redes municipal e estadual transformaram experiências, memórias e percepções sobre o território em produções de quatro linguagens: Tirinhas, Videorreportagem, Artigo de Opinião e Crônica.
Na categoria Artigo de Opinião, estudantes do Ensino Médio foram convidados a desenvolver suas percepções sobre os lugares onde vivem em textos dissertativo-argumentativos. A proposta abriu espaço para que apresentassem pontos de vista, sustentassem argumentos e construíssem, por meio da escrita, uma leitura particular do cotidiano e das questões presentes em suas comunidades.
Com o tema “Filhos do silêncio: a urgência de um Brasil sem barreiras”, Kauan Teillon de Jesus Santos conquistou o primeiro lugar. A segunda colocação ficou com Janine Santos Silva, autora do artigo “A palavra que surge do silêncio”. Luiz Fernando de Jesus da Silva garantiu o terceiro lugar com “O caminhar da madrugada ao conhecimento”.
Na Videorreportagem, estudantes do Ensino Fundamental II transformaram vivências em narrativas audiovisuais. As produções combinaram imagens, entrevistas e narração para apresentar histórias, personagens e perspectivas sobre seu lugar no mundo. Ao assumir o papel de repórteres, os participantes exercitam a apuração, a escolha de fontes e a construção de narrativas capazes de aproximar o público da realidade.
Entre os trabalhos premiados, Eloisa Almeida dos Santos conquistou o primeiro lugar com a videorreportagem “Onde encontrei minha voz”. A segunda colocação ficou com Jailza Silva de Souza, autora de “Muito além do mapa”. Ezequiel Silva de Almeida Pinheiro alcançou o terceiro lugar com “Choque de realidade”. Conheça os artigos e videorreportagens premiados:
Veja os vencedores
Artigo de Opinião
- 1º lugar - Estudante: Kauan Teillon de Jesus Santos/ Professor (a) orientador (a): Jeane Rios Chian Figueredo/ Colégio Estadual de Tempo Integral de Catu;
- 2º lugar - Estudante: Janine Santos Silva/Professor (a) orientador (a): Camila dos Santos Reis/ Centro Estadual de Educação, Inovação e Formação da Bahia Mãe Stella (Salvador);
- 3º lugar - Estudante: Luiz Fernando de Jesus da Silva/ Professor (a) orientador (a): Domingos Conrado dos Santos Filho /Colégio Estadual de Nova Esperança (Salvador).

Videorreportagem
- 1º lugar - Estudante: Eloisa Almeida dos Santos/ Professor (a) orientador (a): Miguel de Jesus Junior / Centro Educacional Normélio Moura da Costa (Dias D'Ávila);
- 2º lugar - Estudante: Jailza Silva de Souza/ Professor (a) orientador (a): Déborah Cristina Oliveira Braga/ Escola Febronio Pereira Rocha dos Santos (Seabra);
- 3º lugar - Estudante: Ezequiel Silva de Almeida Pinheiro/ Professor (a) orientador (a) - Jaqueline Santos de Souza/ Escola Municipal Prof. Manoel de Almeida Cruz (Salvador).

Estudantes da Bahia retratam seus territórios em quatro linguagens
Além dos artigos e das videorreportagens, os participantes do CCJJ 2026 também transformaram experiências, memórias e percepções sobre os lugares onde vivem em Tirinhas e Crônicas.
Na categoria Tirinhas, destinada a estudantes do Ensino Fundamental I, o tema foi desenvolvido em sequências de três a quatro quadrinhos. A combinação entre texto e imagem permitiu que os participantes apresentassem, de forma criativa, diferentes leituras sobre suas origens, comunidades e experiências.
Com o tema “Meu lugar tem endereço”, Isabella Oliveira Gonçalves Santos conquistou o primeiro lugar. A segunda colocação ficou com Gustavo Levi Ribeiro Silva Mirante, autor da tirinha “Meu lugar no mundo”. Gustavo Silva dos Santos garantiu o terceiro lugar com “De onde venho: futebol no sertão”.
Já na categoria Crônica, estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) partiram de situações vivenciadas no cotidiano para construir narrativas sobre os lugares, as relações e as memórias que fazem parte de suas trajetórias.
Entre os trabalhos premiados, Daniele Cristina Santos Bonfim da Hora conquistou o primeiro lugar com a crônica “O nome que ficou no muro”. A segunda colocação ficou com Maria Elisângela Pena Forte do Sacramento, autora de “A escolha de estudar que eu não tive”. Maria da Conceição dos Santos Pereira alcançou o terceiro lugar com “As mãos fortes de Maria”.
Nas quatro linguagens, estudantes e professores orientadores foram reconhecidos pela participação no concurso. Os primeiros colocados receberam iPhone 17. Os segundos lugares foram premiados com notebook para os estudantes e hospedagem em resort all inclusive para os professores orientadores. Já os terceiros colocados receberam caixa de som JBL para os estudantes e notebook para professores orientadores. Os trabalhos revelaram diferentes olhares, valorizando as histórias locais.
Conheça os trabalhos premiados
Tirinhas
- 1º lugar - Estudante: Isabella Oliveira Gonçalves Santos/ Professor(a) orientador(a): Geisiane Silva Araújo/ Escola Municipal Arlindo Ribeiro de Almeida (Catu);
- 2º lugar - Estudante: Gustavo Levi Ribeiro Silva Mirante/ Professor (a) orientador (a): Suze da Silva Aguiar Alves/ Escola Suzana Maria Guimarães (Brumado);
- 3º lugar - Estudante: Gustavo Silva dos Santos/ Professor (a) orientador (a): Eriene Rodrigues Alves dos Santos/ Colégio Municipal Aécio Costa Rêgo (Ourolândia).

Crônica
- 1º lugar - Estudante: Daniele Cristina Santos Bonfim da Hora/ Professor (a) orientador (a): Cátia Valentina Góis dos Santos/ Escola Municipal Cláudio Veiga (Salvador);
- 2º lugar - Estudante: Maria Elisângela Pena Forte do Sacramento/ Professor (a) orientador (a): Najla Meiruce Silva Carneiro/ Escola Municipal Itamar Oliveira Rodrigues (Lauro de Freitas);
- 3º lugar - Estudante: Maria da Conceição dos Santos Pereira/ Professor (a) orientador (a): Marinalva de Souza Cruz Santos/ Escola Municipal Julieta Viana (Candeias).

