BENEFICENTE
Noite da Aclamação: 3ª edição homenageia Raul Seixas e promete bater recorde
Lore Improta e Léo Santana falaram sobre a possibilidade de abrir evento para o público

A Noite da Aclamação chega a sua terceira edição nesta quarta-feira, 28. Homenageando Raul Seixas este ano, o evento beneficente organizado pela dançarina Lore Improta e o cantor Léo Santana promete bater o recorde anterior de arrecadação para as Obras Sociais Irmã Dulce.
Em bate papo durante a coletiva de imprensa, Lore afirmou que a escolha de Raul Seixas surgiu como forma de mostrar para o público a importância e magnitude do artista soteropolitano.
“Eu percebi durante conversas na rua que muitas pessoas não sabiam que Raul era baiano. Então existe uma dúvida muito grande sobre de onde Raul Seixas é, porque como a Bahia tem muito essa questão do pagodão e do axé, as pessoas acham que o ícone do rock não sairia da nossa terra”, disse ela.
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Já Léo reforçou a importância do projeto para as Obras Sociais Irmã Dulce. “A Noite da Aclamação é muito isso de deixar esse impacto social e ajudar tanta gente. Creio que vai continuar sendo assim, porque desde as últimas edições que passaram as doações não param de rolar”, afirmou.
“Hoje você passa na frente do Hospital das Obras Sociais Irmã Dulce e vê a grandiosidade que o hospital tem se tornado. Claro que não é só a gente ajuda, mas com o que a gente vem fazendo já é possível ver uma diferença muito grande e a gente recebe o feedback de toda a direção do hospital de como esse projeto tem ajudado pessoas”, completou.
Abertura para o público
Apesar de ser um evento restrito apenas a convidados, os fãs e admiradores do casal podem fazer doações de qualquer valor através do site oficial da Noite da Aclamação, que fica disponível o ano inteiro e não só no dia da celebração.
Questionada pela reportagem do Portal A TARDE, Lore Improta afirmou que pretende manter a restrição. Entretanto, a loira garantiu que não descarta a possibilidade de expansão.
“A gente ainda não parou para conversar sobre isso, porque temos medo de perder um pouco do controle do que é o evento em si, desse espetáculo e tudo mais. Eu não consegui enxergar ainda algo muito grandioso, tipo no West, sabe? Alguma coisa gigantesca assim”, explicou.
“Como eu disse, estamos no terceiro ano do evento e desde então foram passos devagar, por isso a gente não tem crescido muito o olho sobre o evento em si. Os convidados são os mesmos e a gente convida pessoas que podem convidar outras pessoas, então tem pessoas que estão lá que a gente não conhece. Não é algo fechado apenas do nosso mundo”, reforçou.
“Mas, de fato ainda não chegamos numa conversa de expandir esse número de pessoas ou abrir para o público, porque as pessoas já podem participar doando e eu acho que é uma grande participação também, mas nada é impossível. A gente pode vir a conversar sobre isso ainda e entender próximos passos”, concluiu.
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