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Cadê o gol? Pontas do Bahia vivem seca e preocupam Rogério Ceni
Esquadrão vê nomes impotantes com dificuldades para balançar as redes

A falta de eficiência nas oportunidades criadas voltou a ser um problema do Bahia na derrota diante do Palmeiras, no último domingo, 5. O Tricolor criou chances para vencer o jogo, mas a pontaria dos jogadores fez falta na hora de concluir as jogadas.
Desde que Rogério Ceni assumiu o comando da equipe, os gols da equipe sempre foram bastante divididos, e a tarefa de balançar as redes nunca foi de total responsabilidade do centroavante, como acontece em alguns clubes.
Nesse sentido, os pontas deveriam surgir como uma boa alternativa de ataque, mas as opções do elenco do Bahia não vivem uma fase artilheira. Em entrevista coletiva após a derrota no Domingo de Páscoa, o treinador se mostrou preocupado com a questão e destacou que, neste ano, os gols "estão resumidos no 9".
"Falta característica. Pulga, Kike, Ademir não têm característica de gols. Nossos gols estão resumidos no nove, Everaldo, Willian ou quem jogar. Jean Lucas pisado na área, Erick pisando na área, Juba tem feito gols. Nossos pontos ajudam muito no um contra um, mas não fazem muitos gols. Precisamos de gols de bola parada, como foi hoje, não fazemos muitos assim, e também dos pontas", disse o comandante.
Opções do elenco

Cristian Olivera, por exemplo, teve a chance de virar o duelo diante do Palmeiras no segundo tempo, mas teve chute na pequena área bloqueado pelo goleiro Carlos Miguel.
Companheiro no confronto, Erick Pulga não finalizou na partida e é o atacante de beirada com menos gols pelo Tricolor em 2026, com apenas um tento, ao lado de Mateo Sanabria. Ambos marcaram no triunfo por 4 a 2 na semifinal do Baianão, contra a Juazeirense, na Arena Fonte Nova.
O argentino foi titular em apenas dois jogos no ano e virou uma opção no banco de reservas para o segundo tempo com Rogério Ceni. Recuperado de lesão muscular, o jogador ficou de fora do duelo contra o Palmeiras, mas deve retornar contra o Mirassol.
Maior assistente do time na temporada passada, com 14 passes para gol, Ademir não vive uma boa fase e não é mais um titular da equipe. O camisa 7 nunca foi artilheiro no Bahia, mas, em 2026, balançou as redes apenas em sua estreia, contra o Barcelona de Ilhéus.
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Estatísticas dos pontas do Bahia em 2026
- Erick Pulga | 16 jogos, 1 gol e 1 assistência
- Mateo Sanabria | 9 jogos, 1 gol e 3 assistências
- Ademir | 15 jogos, 2 gols e 1 assistência
- Cristian Olivera | 16 jogos, 2 gols e 2 assistências
- Ruan Pablo | 5 jogos e 2 gols
- Kauê Furquim | 7 jogos, 2 gols e 1 assistência
Há sete jogos nenhum atacante de beirada marca com a camisa do Bahia. A última vez que um deles balançou a rede foi justamente contra a Juazeirense, na semifinal do Campeonato Baiano. Willian José, Pulga, Kike Olivera e Sanabria decidiram a vaga na decisão do estadual na ocasião.
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