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Candidatos do Bahia fazem as suas promessas

Daniel Dórea, do A TARDE
Por Daniel Dórea, do A TARDE
| Atualizada em

>> Confira as propostas dos candidatos a presidência do Bahia

Não importa qual seja o candidato eleito pelo Conselho Deliberativo, para assumir a presidência tricolor, no próximo dia 11 (anteriormente, a data foi divulgada de forma errada por um edital). As principais propostas dos que anunciaram a participação no pleito já estão disponíveis para o torcedor cobrar durante a administração do escolhido.

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No papel, tudo parece fácil e os três – Fernando Jorge, Marcelo Guimarães Filho e Rui Cordeiro – não hesitaram em prometer mudanças gerais no clube, apesar de nenhum conseguir se aprofundar nem especificar como conseguir os recursos para pôr em prática tantas idéias mirabolantes.

Segundo Guimarães, que garante não ser de situação, mas tem o apoio da atual cúpula tricolor, “é preciso pensar grande, pois, se você pensar pequeno e não der certo, vai se dar mal”.

As eleições diretas estão nos planos de todos, que também incluem valorização do quadro de sócios – atualmente, com menos de 300 associados em dia – e grandes reformulações na estrutura física do clube.

Outro ponto semelhante nos planos dos três é a contratação de pelo menos uma pessoa bastante conhecida para participar do processo de mudança. Enquanto Marcelinho Guimarães pretende convidar Newton Mota para comandar as divisões de base e aponta o perfil de Paulo Carneiro como o ideal para um gestor, Cordeiro quer Evaristo de Macedo para superintendente de futebol. Fernando Jorge também simpatiza com o nome de Carneiro.

O que chama a atenção é a relação cordial entre os três candidatos. Apesar de se definir como um oposicionista de carteirinha, Jorge vê esperança para o Bahia com a provável vitória de Marcelo. “Dos males do continuísmo, ele é o menor”, opinou.

Já Rui Cordeiro afirma que Guimarães “representa o atraso e, se for eleito, provocará uma catástrofe”, porém, não descarta um diálogo com o deputado. “Posso sentar para conversar com ele, mas o aconselharia a se retirar disso”, ponderou.

Marcelinho assegura ter tentado uma conciliação com os oposicionistas, mas não obteve retorno e caminha para o sucesso nas urnas, com a simpatia da maioria dos conselheiros.

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