NA BRONCA
Chefe de gabinete do Ministério do Esporte critica gestão do Vitória
José Guerra foi candidato a presidência do rubro-negro baiano


Na manhã desta quinta-feira, 23, foi inaugurado o Centro Olímpico de Natação, localizado na Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô), em Salvador, que deve beneficiar diretamente mais de 1.400 pessoas. Como abrigava competições nacionais, o complexo esportivo foi requalificado. O evento contou com as presenças do governador Jerônimo Rodrigues, do secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Davidson Magalhães e o diretor geral da Sudesb, Vicente Neto.
Entre os convidados, o chefe de gabinete do Ministério do Esporte, capitaneado por Ana Moser, José Guerra, reforçou a importância de aliar a iniciação esportiva e a educação.
"Estamos muito felizes de estar inaugurando aqui na Bahia, uma parceria com o governador Jeronimo Rodrigues e a ministra Ana Moser, para trazer o direito do esporte para todos os brasileiros. O nosso lema é esporte para todos. E pra isso a gente precisa de experiências como essas de iniciação na natação e no judô, E também precisa que a educação esteja envolvida. Iremos para Ilhéus inaugurar uma escola em tempo integral e acreditamos que o tempo integral é a forma que nós temos de trazer todas as crianças para o esporte, para a atividade física e criar essa iniciação esportiva", comentou em entrevista ao Portal A TARDE.
José Guerra foi candidato a presidência do Vitória. Na disputa, ele foi derrotado pelo atual presidente Fábio Mota. Guerra criticou a falta de profissionalização do clube.
"A gente não abandona o Vitória. Infelizmente é o que a gente já sabia. Quando nós lançamos a campanha da Frente Vitória Popular falando em profissionalização, era justamente contra tudo isso que está infelizmente se repetindo no Vitória. O Vitória é o acumulo de falta de profissionalismo, de impessoalidade, sobrenomes e pessoas que estão envolvidas não pela qualidade técnica e sim por contatos com dirigentes. O Vitória tem que romper com essa roda, com esse ciclo vicioso de falta de profissionalismo e de crises porque a falta de profissionalismo gera crises. A gente precisa ter uma gestão profissional e é isso que a gente se colocou ano passado", concluiu.