JÁ PENSOU?
Como seriam as Séries B e C da Copa do Mundo se existissem
Saiba como estariam organizadas as seleções fora da elite em níveis competitivos

A Copa do Mundo está cada vez mais cheia, tendo em 2026 a maior edição da história, com 48 seleções - mas poderia ser ainda maior. Seguindo os mesmos critérios que classificaram os países para a Copa, é possível montar uma "Série B" e uma "Série C" do torneio, com as nações que ficaram de fora da competição.
A organização seguiria um princípio central de equilíbrio técnico e diversidade geográfica, já utilizado na Copa do Mundo evitando concentração de forças e promovendo confrontos entre estilos diferentes.
Leia Também:
Lógica da formação
A divisão dos grupos segue um padrão semelhante ao da Copa do Mundo:
- Cabeças de chave: seleções mais bem posicionadas no ranking (como Itália, Dinamarca, Nigéria e Polônia)
- Distribuição continental: mistura de Europa, África, Ásia e Américas em todos os grupos
- Equilíbrio técnico: cada grupo tem ao menos uma equipe forte, uma intermediária e duas emergentes
O objetivo é evitar "grupos da morte" extremos e garantir competitividade em todas as chaves, variando as possibilidades para as Seleções.
Na Série C, o critério segue o mesmo princípio, mas com foco maior em desenvolvimento, incluindo seleções com alguma tradição recente (como Grécia, Hungria, Islândia e Costa Rica) como referência técnica, e simulando confrontos que raramente acontecem.
Série B
A Série B reuniria equipes com histórico relevante ou em crescimento recente, muitas delas próximas de disputar a Copa principal. Ao todo, seriam 32 seleções divididas em oito grupos de quatro.
Grupos da Série B
- Grupo A: Itália, Madagascar, Guatemala, Irlanda
- Grupo B: Ucrânia, Indonésia, Kosovo, Chile
- Grupo C: Camarões, Bolívia, Honduras, Macedônia do Norte
- Grupo D: Nigéria, Emirados Árabes Unidos, Albânia, Venezuela
- Grupo E: Sérvia, Nova Caledônia, Jamaica, Eslováquia
- Grupo F: Polônia, Palestina, Gabão, Irlanda do Norte
- Grupo G: Dinamarca, Suriname, Burkina Faso, Romênia
- Grupo H: País de Gales, Níger, Omã, Peru
Série C
Já a Série C representaria o nível mais amplo do futebol internacional, reunindo seleções em desenvolvimento ou com menor tradição em Copas. Ainda assim, o formato mantém a lógica competitiva e global.
Grupos da Série C
- Grupo A: China, Líbia, Ilhas Faroé, Islândia
- Grupo B: Hungria, Coreia do Norte, Tahiti, Uganda
- Grupo C: Eslovênia, El Salvador, Kuwait, Mali
- Grupo D: Grécia, Benin, Nicarágua, Geórgia
- Grupo E: Finlândia, Namíbia, Bahrein, Trinidad e Tobago
- Grupo F: Israel, Moçambique, Costa Rica, Quirguistão
Como seria
A ampliação do número de participantes e a criação de divisões como Série B e C ajudam a dar visibilidade a um futebol que existe para além da elite, mas também escancaram as diferenças estruturais entre seleções.
Enquanto algumas operam com ligas fortes, investimento contínuo e presença frequente em grandes competições, outras ainda lidam com limitações básicas de calendário, formação e financiamento.
Por outro lado, quanto mais jogos internacionais relevantes, maior a chance de desenvolvimento técnico e institucional dessas seleções, levantando a possibilidade de crescimento e, quem sabe, surgimento de uma revelação entre os "acessos" até a Copa do Mundo.
Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.
Participe também do nosso canal no WhatsApp.
Compartilhe essa notícia com seus amigos
Siga nossas redes




