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Ednaldo Rodrigues aciona STF para impedir nova eleição na CBF

Pedido ocorre antes de julgamento que definirá validade de sua eleição em 2022

Redação
Por Redação
Ednaldo Rodrigues
Ednaldo Rodrigues - Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A disputa pelo comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ganhou novos contornos nesta sexta-feira, 16, com o presidente afastado Ednaldo Rodrigues. O dirigente recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender as eleições marcadas para o próximo dia 25 de maio, com o argumento de que o processo eleitoral pode agravar a instabilidade jurídica no futebol brasileiro.

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A solicitação de medida cautelar foi encaminhada ao ministro Gilmar Mendes e baseia-se no calendário da Corte: o julgamento que definirá a validade da eleição vencida por Ednaldo em 2022 está agendado para o dia 28, ou seja, três dias após o pleito convocado pelo atual interventor da entidade, Fernando Sarney.

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Para o dirigente destituído, realizar uma nova eleição antes da decisão definitiva do STF criaria um cenário de duplicidade de mandatos e disputas paralelas pelo controle da entidade máxima do futebol nacional.

Além de pedir a suspensão do pleito, a defesa de Ednaldo questiona a legitimidade da decisão que o afastou do cargo, proferida pelo desembargador Gabriel Zefiro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e contesta a nomeação de Fernando Sarney como interventor. Em caso de negativa por parte do STF, os advogados solicitam que outro nome seja indicado para a função: o do auditor Hélio Menezes.

“A permanência do atual cronograma pode implicar a instalação de um quadro de duplicidade de mandatos e disputas paralelas pela presidência da entidade, o que comprometeria a governança do futebol brasileiro, colocaria em xeque a validade de atos administrativos e contratos firmados, e alimentaria incertezas com potencial reflexo internacional – especialmente considerando os reiterados alertas da Fifa e da Conmebol quanto à autonomia das associações nacionais e à vedação expressa a qualquer forma de interferência judicial ou estatal”, disse Ednaldo.

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