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JUSTIÇA

PGR rejeita pedido de soltura de Robinho; ex-jogador segue preso

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que Robinho foi "considerado definitivamente culpado"

Da Redação
Por Da Redação
Robinho foi preso no dia 21 de março
Robinho foi preso no dia 21 de março - Foto: DOUGLAS MAGNO / AFP

A Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestou nesta segunda-feira, 8, contra o pedido de revogação da prisão do ex-jogador Robinho, condenado por estupro coletivo em 2019 na Itália.

A manifestação é assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que afirma que Robinho foi "considerado definitivamente culpado em ação penal de conhecimento". O PGR afirma que a culpabilidade do ex-jogador não foi discutida pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), mas somente a homologação da pena (decretada na Itália) no Brasil ou não.

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Desde sua prisão, no final de março, a defesa do ex-jogador entrou com o pedido de habeas corpus duas vezes ao Supremo Tribunal Federal (STF) e uma ao STJ. Gonet também afirma que não existe espaço na lei para que Robinho responda em liberdade até o julgamento dos recursos porque foi condenado em três instâncias na Europa.

Luiz Fux é o relator responsável pelos pedidos feitos ao STF e negou o pedido de HC feito pela defesa do ex-jogador. Robinho foi preso no dia 21 de março, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinar que ele tem que cumprir no Brasil uma pena de nove anos de prisão a qual foi condenado na Itália, por estupro.

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estupro ex-jogador Itália PGR prisão Robinho

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