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Sem vacina, Djokovic anuncia que está fora do US Open

Atleta está proibido de entrar nos Estados Unidos sem estar vacinado contra a covid-19

Da Redação e AFP
Por Da Redação e AFP
Sérvio esperou por mudança nas restrições sanitárias dos EUA em relação à vacinação
Sérvio esperou por mudança nas restrições sanitárias dos EUA em relação à vacinação - Foto: Kena Betancur | AFP

O tenista sérvio Novak Djokovic anunciou nesta quinta-feira, 25, que não poderá participar do US Open, que começa na semana que vem, porque não pode entrar nos Estados Unidos sem estar vacinado contra a covid-19.

"Infelizmente, não poderei ir a Nova York desta vez para o US Open. Boa sorte aos meus colegas jogadores! Vou me manter em boa forma e com espírito positivo e esperar por uma oportunidade de competir novamente", escreveu Djokovic no Twitter.

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O sérvio esperou até o último momento por uma mudança nas restrições sanitárias dos EUA em relação à vacinação para poder viajar ao país e participar do último Grand Slam do ano.

"Novak é um grande campeão e é realmente triste que ele não possa jogar o US Open 2022 porque não pode entrar no país em razão da política do governo sobre a vacinação de cidadãos não americanos", disse em um comunicado a diretora do torneio, Stacey Allaster.

Em janeiro, 'Nole' foi deportado da Austrália justamente por se recusar a se vacinar contra a covid-19 e não pôde jogar o Aberto da Austrália.

Quatro meses depois, disputou Roland Garros e foi eliminado nas quartas de final para o espanhol Rafael Nadal, que posteriormente foi campeão do torneio e se tornou o recordista de títulos de Grand Slam, com 22 conquistas.

Djokovic recuperou seu ritmo e foi campeão de Wimbledon em julho, encostando no recorde de Nadal, com 21 troféus de Major, embora sua vitória não tenha lhe rendido pontos no ranking da ATP, devido à exclusão de tenistas russos e bielorrussos por conta do conflito na Ucrânia.

Número 1 do mundo incontestável no ano passado, o sérvio é atualmente o 6º na classificação do circuito masculino e pode perder ainda mais posições por estar fora do US Open, onde tem três títulos (2011, 2015 e 2018) e seis vices (2007, 2010, 2012, 2013, 2016 e 2021).

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