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GASTRONOMIA

Alimento muito consumido pelos brasileiros reduz agressividade; saiba qual

Meta-análise da Universidade da Pensilvânia associa consumo de ômega-3 à redução da agressividade

Iarla Queiroz

Por Iarla Queiroz

14/02/2026 - 19:09 h

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consumo de ômega-3 à reduz da agressividade
consumo de ômega-3 à reduz da agressividade -

Você já deve ter ouvido falar dos benefícios do ômega-3 para o coração e o cérebro. Mas agora a substância ganha mais um possível efeito positivo: ela pode ajudar a diminuir a agressividade em até 28%.

É o que indica um estudo conduzido pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, iniciado em 2024.

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O que a pesquisa descobriu

Os pesquisadores realizaram uma meta-análise com base em 29 ensaios clínicos, reunindo dados de mais de 3,9 mil participantes. Os estudos analisados foram conduzidos entre 1996 e 2024 e envolveram diferentes perfis, incluindo crianças, adolescentes e adultos entre 50 e 60 anos.

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, os resultados apontaram que o ômega-3 teve impacto tanto na agressividade proativa — aquela planejada — quanto na agressividade reativa, que surge como resposta a provocações.

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Como o ômega-3 pode agir no cérebro

Os cientistas ainda não sabem exatamente qual é o mecanismo responsável por essa redução no comportamento agressivo. Uma das hipóteses levantadas é que o efeito esteja ligado à diminuição de processos inflamatórios no organismo, que podem interferir em funções cerebrais.

Onde encontrar ômega-3

Nem todos os peixes possuem altos níveis da substância. O ômega-3 está presente principalmente em peixes oleosos de águas frias, como atum, sardinha, salmão, arenque e cavala.

Além dos peixes, alimentos como chia, linhaça, espinafre, abacate, couve, brócolis, algas marinhas e oleaginosas — como amêndoas e nozes — também podem contribuir para o consumo da substância, conforme destaca a Veja Saúde.

Com resultados que atravessam diferentes faixas etárias, o estudo amplia o debate sobre o papel da alimentação no comportamento humano e seus possíveis impactos além da saúde física.

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Tags:

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