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VINIFICAÇÃO

Colheita noturna de uvas combate o calor e melhora o vinho; veja fotos

Imagens mostram o trabalho noturno de trabalhadores com lanternas no calor alentejano

Rafael Tiago
Por
Colher uvas entre o pôr do sol e o nascer do sol oferece vantagens técnicas
Colher uvas entre o pôr do sol e o nascer do sol oferece vantagens técnicas - Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP

Trabalhadores da renomada vinícola Herdade das Servas adotaram o uso de lanternas de cabeça para realizar a tradicional colheita de uvas sob a escuridão da noite, em Estremoz, Portugal. A prática, registrada no início deste mês de setembro, destaca o esforço contínuo dos produtores para garantir a máxima qualidade da safra diante das exigentes condições climáticas da região do Alentejo.

Veja os bastidores da vindima noturna na vinícola Herdade das Servas

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  • Um trabalhador da vinícola Herdade das Servas utiliza uma lanterna de cabeça durante a colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • Um balde cheio de uvas recém-colhidas aparece em uma imagem da colheita noturna na vinícola Herdade das Servas, em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • Uma folha de videira é vista durante a colheita noturna de uvas da vinícola Herdade das Servas, em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • Trabalhadores da vinícola Herdade das Servas participam de uma colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • Um trabalhador da vinícola Herdade das Servas utiliza uma lanterna de cabeça durante a colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • Um trabalhador da vinícola Herdade das Servas utiliza uma lanterna de cabeça durante a colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • Um trabalhador da vinícola Herdade das Servas utiliza uma lanterna de cabeça durante a colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • Trabalhadores da vinícola Herdade das Servas participam de uma colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • Trabalhadores da vinícola Herdade das Servas participam de uma colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • As uvas são processadas na vinícola Herdade das Servas após uma colheita noturna em Estremoz, em 4 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • As uvas são processadas na vinícola Herdade das Servas após uma colheita noturna em Estremoz, em 4 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • Um trabalhador da vinícola Herdade das Servas utiliza uma lanterna de cabeça durante a colheita noturna de uvas em Estremoz, em 3 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar os 40°C.
  • As uvas são processadas na vinícola Herdade das Servas após uma colheita noturna em Estremoz, em 4 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.
  • As uvas são processadas na vinícola Herdade das Servas após uma colheita noturna em Estremoz, em 4 de setembro de 2026. A colheita noturna é uma técnica estratégica de vinificação adotada principalmente em regiões de clima muito quente, como o Alentejo ou o Douro, onde as temperaturas diurnas de verão podem ultrapassar 40°C.

A vindima noturna tornou-se uma técnica estratégica essencial em territórios marcados por verões rigorosos, onde as temperaturas durante o dia ultrapassam facilmente a marca dos 40°C. Ao colher os frutos entre o pôr do sol e a Alvorada, os produtores evitam a fermentação precoce indesejada e preservam a integridade física e os aromas naturais das uvas até a chegada à adega.

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Além do impacto direto na qualidade do vinho, a colheita efetuada sob temperaturas mais amenas gera vantagens operacionais relevantes. O processo exige menor consumo de energia nos sistemas de refrigeração das vinícolas para resfriar o mosto, tornando a produção ambientalmente mais sustentável e economicamente eficiente.

A estratégia também prioriza o bem-estar dos trabalhadores rurais, que enfrentam jornadas fisicamente desgastantes longe do calor escaldante do dia. A prática consolida uma forte tendência na viticultura moderna, unindo tradição, inovação tecnológica e adaptação às constantes transformações climáticas na Europa.

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Portugal uva Vinho

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