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NA ONU

Rússia acusa Ucrânia de forjar ataques a maternidade e teatro

Segundo ele, as imagens dos ataques e das vítimas em Mariupol seriam "propaganda"

Da Redação

Por Da Redação

17/03/2022 - 19:15 h

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Diplomata não apresentou provas as quais disse ter
Diplomata não apresentou provas as quais disse ter -

Em reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, nesta quinta-feira, 17, o embaixador da Rússia na ONU, Vasily Nebenzia, afirmou que o país não atacou uma maternidade e um teatro na cidade de Mariupol. Segundo ele, as imagens dos ataques e das vítimas, divulgadas pela imprensa ocidental, seriam "propaganda".

Ainda de acordo com o diplomata, o hospital infantil serviria como uma base militar, enquanto que o teatro teria sido bombardeado por forças ucranianas, responsáveis por manter mulheres e crianças reféns dentro do local. No entanto, ele não apresentou provas as quais disse ter, segundo a Agência Italiana de Notícias no Brasil (Ansa).

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O representante brasileiro nas Nações Unidas, embaixador João Genésio Almeida, condenou os ataques a hospitais no território ucraniano, ressaltando que "são particularmente preocupantes, uma violação das leis humanitárias". Ele reiterou que o Brasil continua insistindo em sua posição de que "é fundamental" o imediato cessar das hostilidades na Ucrânia e a garantia segura da passagem de civis.

"Só com um cessar-fogo abrangente e respeitado é que é possível dar acesso rápido e seguro de assistência humanitária àqueles que precisam", enfatizou, em seu discurso.

Por falta de apoio dos aliados, a Rússia desistiu de colocar em votação uma resolução humanitária sobre a Ucrânia no Conselho de Segurança da ONU. A informação, que já havia sido antecipada por fontes diplomáticas, foi confirmada pelo embaixador russo.

"Decidimos não votar amanhã nosso projeto de resolução humanitária sobre a Ucrânia, mas não vamos retirá-lo. Em vez disso, estamos pedindo uma nova reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU amanhã de manhã em relação aos laboratórios biológicos administrados pelos EUA", afirmou Nebenzia.

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