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GUERRA

Ataques russos deixam 16 mortos e centenas de feridos em Kiev e Odessa

Ofensiva aérea de larga escala atinge prédios residenciais e paralisa esforços diplomáticos

Redação e AFP
Por Redação e AFP

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Bombeiros trabalham em um local após um ataque russo em Kiev
Bombeiros trabalham em um local após um ataque russo em Kiev -

A guerra entre Rússia e Ucrânia, que já ultrapassa a marca de quatro anos, registrou uma de suas madrugadas mais sangrentas nesta quinta-feira, 16. Ataques combinados de mísseis e drones atingiram diversas regiões do território ucraniano, deixando um saldo de pelo menos 16 mortos e 107 feridos. As cidades de Kiev e Odessa foram os alvos principais da ofensiva, que destruiu prédios residenciais e infraestruturas civis.

Em Kiev, o prefeito Vitali Klitschko confirmou a morte de quatro pessoas, incluindo uma criança de 12 anos. No distrito de Podilski, um drone colidiu com um edifício de 18 andares, enquanto equipes de resgate retiravam sobreviventes dos escombros de outra estrutura que desabou parcialmente.

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O presidente do Conselho Europeu, António Costa, denunciou “um novo ataque atroz contra civis”. Ele escreveu na rede social X que “a guerra de agressão travada pela Rússia contra a Ucrânia fracassou e, por isso, o país escolhe o terror puramente os civis”.

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  • Carros incendiados são vistos após um ataque russo em Kiev, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
  • Bombeiros no local de um ataque russo a um prédio residencial em Odessa, durante a invasão russa da Ucrânia.
  • Bombeiros trabalham em um local após um ataque russo em Kiev, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia. Ataques russos mataram pelo menos 16 pessoas na Ucrânia
  • Moscou bombardeou a Ucrânia em ataques noturnos nesta quinta-feira
  • Moradores locais removem os destroços ao lado de uma cratera no local de um ataque aéreo em Kiev, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
  • Um ataque maciço de drones e mísseis russos matou pelo menos 16 pessoas em cidades por toda a Ucrânia, mais de quatro anos após o início da guerra, com as negociações de paz paralisadas, disseram autoridades ucranianas em 16 de abril de 2026.
  • Um ataque maciço de drones e mísseis russos matou pelo menos 16 pessoas em cidades por toda a Ucrânia, mais de quatro anos após o início da guerra, com as negociações de paz paralisadas, disseram autoridades ucranianas em 16 de abril de 2026.
  • Esta vista geral mostra um prédio residencial danificado após um ataque aéreo em Kiev, em 16 de abril de 2026, durante a invasão russa da Ucrânia.
  • Fumaça sobe acima dos prédios no local de um ataque aéreo em Kharkiv, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
  • Agentes da lei ucranianos inspecionam fragmentos de um drone no local de um ataque aéreo em Kharkiv, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
  • Um carro trafega pela rua enquanto a fumaça sobe acima dos prédios após um ataque aéreo em Kiev, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia.
  • Uma moradora local, segurando seu gato, está no local de um ataque aéreo em Odessa, em 16 de abril de 2026, em meio à invasão russa da Ucrânia. Um ataque maciço de drones e mísseis russos matou pelo menos 16 pessoas em cidades por toda a Ucrânia.

Impasse diplomático e pressão econômica

O aumento da agressividade russa ocorre em um momento de paralisia nas mesas de negociação. As conversas, mediadas anteriormente pelos Estados Unidos, estagnaram após o início dos bombardeios no Oriente Médio, que desviaram o foco diplomático de Washington.

Em resposta à escalada, o governo dos EUA anunciou que não prolongará a suspensão das sanções sobre o petróleo russo armazenado no mar, uma medida que visa asfixiar financeiramente a máquina de guerra de Moscou.

Leia Também:

Defesa ucraniana

A Força Aérea Ucraniana relatou um volume massivo de ataques em apenas 24 horas:

  • Drones lançados pela Rússia: 659 (636 interceptados)
  • Mísseis lançados pela Rússia: 44 (31 interceptados)

Zelensky, que tem reforçado alianças com Itália, Alemanha e Noruega para a produção conjunta de drones, reiterou o apelo por mais sistemas de defesa antiaérea. "Moscou aposta na guerra", afirmou o líder ucraniano, descartando qualquer recuo nas atuais condições impostas pelo Kremlin.

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