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Egito vai investigar caso do vídeo de casal fazendo sexo em pirâmide

Publicado terça-feira, 11 de dezembro de 2018 às 09:30 h | Atualizado em 11/12/2018, 09:36 | Autor: AFP | Foto: Andreas Hvid | Reprodução
As autoridades questionaram a veracidade das imagens e solicitaram uma investigação
As autoridades questionaram a veracidade das imagens e solicitaram uma investigação -
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As autoridades egípcias abriram uma investigação após a publicação de um vídeo em que um casal nu aparece fazendo sexo no topo da Grande Pirâmide de Gizé, também chamada de Quéops, o que causou um grande escândalo no país.

A filmagem mostra um homem e uma mulher que sobem à noite até o alto da pirâmide e depois aparecem nus, fazendo sexo. A gravação, com mais de 2,9 milhões de visualizações, foi postada no YouTube pelo fotógrafo dinamarquês Andreas Hvid.

As imagens provocaram controvérsia no Egito, porque muitos consideram uma falta de respeito pela herança egípcia. "Uma civilização de 7.000 anos foi transformada em cenário para uma cena sexual", escreveu um internauta egípcio no Twitter.

"Querem atacar a dignidade e o orgulho dos egípcios porque a pirâmide reflete a glória e a grandeza do povo egípcio", disse outro internauta.

No entanto, as autoridades questionaram a veracidade das imagens e solicitaram uma investigação. "O escritório do promotor egípcio abriu uma investigação sobre o ato do fotógrafo dinamarquês e a veracidade do vídeo e das fotos no topo da pirâmide de Quéops", declarou Mustafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo das Antiguidades do Egito.

"Se essas imagens foram realmente filmadas no topo da pirâmide, então se tratará de crime extremamente sério", acrescentou.

No Egito, é proibido subir as pirâmides, embora todos os anos várias pessoas tentem fazer isso. Em 2016, um turista alemão que tirou fotos e vídeos no topo da pirâmide de Quéops foi expulso do país por toda a vida.

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