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FALÊNCIA

Empresa aérea prepara fim das operações após fracasso em negociações

Companhia pode ser a primeira baixa ligada à guerra no Irã

Agatha Victoria Reis
Por
companhia aérea de baixo custo
companhia aérea de baixo custo - Foto: Reprodução| Freepik

A companhia aérea de baixo custo Spirit Airlines está em processo de falência e se prepara para encerrar suas operações após fracassar nas negociações com detentores de sua dívida e com o governo dos Estados Unidos sobre um plano de resgate, segundo o The Wall Street Journal, nesta sexta-feira, 1º.

No mês passado, o presidente Donald Trump afirmou que estava considerando comprar a empresa “pelo preço certo”.

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De acordo com fontes, o governo havia proposto um financiamento de US$ 500 milhões em troca de garantias equivalentes a 90% do capital da companhia aérea.

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Dentro da administração de Trump, havia divergências sobre se e como financiar o resgate. Além disso, nem todos os detentores dos títulos da Spirit haviam concordado com o acordo, segundo a reportagem.

Uma audiência sobre o resgate, marcada para quinta-feira, 30, não ocorreu, enquanto as negociações com o governo continuavam.

Fracasso nas negociações

Ao jornal, a empresa se recusou a comentar o andamento das negociações, afirmando apenas que “a Spirit está operando normalmente”. Já a Casa Branca não respondeu ao pedido de posicionamento.

O caso marca o colapso da companhia aérea, sendo a primeira baixa ligada à guerra no Irã.

Anteriormente, a empresa havia chegado a um acordo com seus credores, que poderia viabilizar a recuperação judicial até o fim da primavera ou início do verão no hemisfério norte. No entanto, esses planos foram afetados após a guerra no Irã provocar um aumento no preço do combustível de aviação.

O plano de reestruturação da empresa era baseado em um custo médio de combustível de cerca de US$ 2,24 por galão em 2026 e US$ 2,14 em 2027, segundo divulgações feitas em março. Até o fim de abril, porém, os preços haviam subido para cerca de US$ 4,51 por galão, valor acima do previsto.

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