Busca interna do iBahia
HOME > MUNDO

MUNDO

EUA propõem pagar R$ 538 mil para as pessoas morarem na Groenlândia

Foco principal de Washington é barrar o avanço de potências rivais, como China e Rússia

Isabela Cardoso
Por
O objetivo da oferta bilionária é conquistar o apoio dos 57 mil habitantes
O objetivo da oferta bilionária é conquistar o apoio dos 57 mil habitantes - Foto: ODD ANDERSEN

Os Estados Unidos analisam uma estratégia audaciosa para assumir o controle da Groenlândia. A proposta prevê pagar entre US$ 10 mil e US$ 100 mil (até R$ 538 mil) diretamente a cada morador da ilha.

O objetivo da oferta bilionária é conquistar o apoio dos 57 mil habitantes. Com o incentivo financeiro, o governo americano espera que os residentes aceitem a transição da jurisdição dinamarquesa para a americana.

Tudo sobre Mundo em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

Resistência diplomática e soberania

Apesar das cifras altas, a Dinamarca rejeitou a ideia enfaticamente. O governo dinamarquês considera inaceitável qualquer interferência estrangeira e afirma que o território não está à venda.

Leia Também:

INTERNACIONAL

Groenlândia: a incrível história da ilha que Trump quer controlar
Groenlândia: a incrível história da ilha que Trump quer controlar imagem

POLÍTICA

Trump quer comprar a Groenlândia e avalia uso de força militar
Trump quer comprar a Groenlândia e avalia uso de força militar imagem

EUA X CHINA

EUA desafiam China e prometem impedir influência na Groenlândia
EUA desafiam China e prometem impedir influência na Groenlândia imagem

A Groenlândia também mantém uma postura firme contra a proposta. A ilha é rica em minerais e estratégica para o controle do Ártico, o que torna sua autonomia uma questão de soberania nacional.

Geopolítica e pressão militar

A Casa Branca não descarta outras abordagens. Um modelo em discussão é o Compacto de Livre Associação, que ofereceria assistência militar e incentivos comerciais em troca da presença de tropas dos EUA no local.

O foco principal de Washington é barrar o avanço de potências rivais, como China e Rússia. Os EUA temem que a influência dessas nações na região comprometa a segurança regional e o acesso a novos recursos e rotas comerciais.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Compartilhar no Whatsapp Clique aqui

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

Tags

Dinamarca EUA groelândia

Relacionadas

Mais lidas